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A Teia dos Sonhos



A Teia dos Sonhos é criada por um fluxo divino de consciência e de força vital, e também pelas coisas não-físicas que os seres humanos criam, como sentimentos, pensamentos, inspiração, opiniões, julgamentos, imaginação, sonhos, aspirações, intenções e criatividade pura. Todos estes elementos contêm energia, mas nós não os vemos como objetos físicos. Percebemos estes apenas quando os experimentamos em nós mesmos; só então se tornam reais para nós. Poucos dentre nós, entretanto, entendem que as energias invisíveis criadas pelos seres humanos criam redes mentais, emocionais e espirituais de força vital, que interagem e influenciam toda a dimensão física.

A Teia dos Sonhos é a rede de todas as energias criativas humanas que interage com a força vital contida em cada átomo da criação e abrange todas as coisas do nosso universo. Antes que essa rede de energia assuma características ou forma física, ela é criada por nossos sentimentos, pensamentos e pontos de vista, que estão repletos de energia. Cada vez que agimos, ou reagimos a algo que acontece em nossas vidas, um pensamento, sentimento, ponto de vista ou julgamento está presente. Estes pensamentos possuem força vital própria e influenciam diretamente a forma como vivemos. Quando mudamos nossa forma de pensar, sentir, ou as opiniões que temos, nossa experiência de vida também se modifica. A Teia dos Sonhos reage às mudanças que fazemos em nós mesmos e nos oferece novas oportunidades a cada vez que abrimos a percepção para novas possibilidades, alterando os hábitos que nos mantinham presos a rotinas fechadas.

(...) Para se atingir qualquer meta na vida, é preciso ter energia, mas poucas pessoas compreendem que desperdiçam energia cada vez que se preocupam, que geram pensamentos negativos, ou tagarelam inutilmente. As pessoas não perceberam ainda que podem mover esta energia e apanhá-la, quando necessitam, da Mãe Terra, do Criador e do Universo.

(...) A maioria das pessoas não percebe que está sempre dirigindo seus pensamentos e sentimentos para o resto do mundo.

(...) Apesar de termos consciência daquilo que pensamos e sentimos sobre determinados assuntos, geralmente não sabemos que nossas opiniões criam padrões que nos envolvem e interferem em nossas experiências de vida. Nós carregamos cestas com fardos invisíveis, criados pelas nossas limitações, nossos pensamentos negativos, nossas feridas emocionais. Algumas vezes, através do sonho, podemos desenrolar estes padrões de medo, ou os fios de nossas limitações. Muitas pessoas acham que não conseguem se lembrar dos sonhos. Estas pessoas não têm memória da criação subconsciente, ou do processo de desenredamento, mas ele está ocorrendo da mesma maneira. Nós habitualmente resolvemos muitos problemas durante o sono.

As decisões que tomamos em nossas vidas cotidianas são diretamente influenciadas pelas opções feitas durante o sono e o sonho. (...) Por meio de uma decisão consciente, nós alteramos a Teia dos Sonhos, ao reconfigurarmos nossas intenções.

(...) Até que a vida nos desperte, não costumamos ter consciência dos padrões que tecemos nos mundos invisíveis, nem dos estados de consciência que encontramos ao sonhar.

SAMS, Jamie. Dançando o Sonho. Ed. Rocco

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Texto de Aldo Novak


Quanto tempo você acredita que viverá? Cem anos? Cinqüenta? Vinte? Dez? Um?

Seja quanto for, você provavelmente estará errado. Nosso tempo médio de vida é até possível de saber. Mas uma média não é uma certeza. Um adolescente pode ter apenas mais quatro anos de vida, enquanto uma mulher de 70, pode ainda viver mais trinta e cinco. Já temos mais de 30 mil pessoas no Brasil acima dos 100 anos. Leciono na Universidade Federal de São Paulo para turmas nas quais o aluno mais jovem tem 60 anos!
Em um mundo no qual a expectativa média de vida era de 25 anos, como há apenas dois séculos, no Brasil, praticamente todos os meus leitores estariam mortos. Na verdade, com tanta inexperiência controlando os países, é um milagre que tenhamos chegado até aqui. Não que experiência seja garantia de qualidade, como podemos ver pelo que acontece no mundo.

Mas hoje, com a expectativa média de vida disparando, há um número crescente de homens e mulheres com 70, 80 ou 90 anos, vivendo ainda como as pessoas de 60 viviam, há somente duas ou três décadas.

Roberto Marinho (1904-2003) criou a Rede Globo quando completou 60 anos. Morreu depois dos 90. E ele era de uma geração em que a expectativa média de vida era de 40.

Mas isso não é um caso isolado. Ted Turner, o criador da CNN, a maior rede de notícias do mundo, era um playboy e esportista até os 40. Quase perdeu tudo, várias vezes na vida. Depois disso, criou a CNN, mesmo tendo sido sabotado várias vezes pelos concorrentes. Continua um playboy esportista.

Nelson Mandela ficou mais de dez anos sendo bloqueado ativamente pelo governo sul-africano e vinte sete anos na cadeia, por razões políticas. Aos setenta e dois anos começou tudo novamente, saindo da prisão, tornando-se presidente da África do Sul e mudando o país que liderou, além de entrar para a história do planeta. Ele nasceu em 1914.

Silvester Stallone (1946) filmou Rock Balboa (ou Rock 6) este ano e lançou-o há algumas semanas. Ele tem sessenta e um anos, e ainda está fisicamente como, há algumas décadas, estariam os lutadores de metade da sua idade. Na verdade, sua forma física está tão boa quanto a de seu oponente.

No Brasil, a revista Exame de dezembro do ano passado, publicou um artigo sobre o empresário Ueze Zahran, filho de imigrantes libaneses que fundou o Capagaz. Zahran controla um pequeno império de mais de 1 bilhão de dólares, fundado quanto ele tinha 31 anos. Mas o que chama a atenção é que ele está com oitenta e dois anos, e tem a disposição e a forma física de alguém muito mais jovem.

Na música, temos também um caso curioso. Eleito por uma publicação recente como principal símbolo sexual masculino do Brasil, Chico Buarque de Holanda também já passou dos sessenta anos. Nem vou falar dos Rolling Stones, que têm um público de fãs que incluem os que ainda nem saíram da puberdade. Impensável há algumas décadas!

Isso para não falar das pessoas que se casam com homens e mulheres que têm 30 anos menos que eles. E não me refiro a artistas, que casam e descasam como se trocassem de roupa, mas a gente comum. Algo está mudando. Algo que parte da nossa sociedade ainda não viu.

Se Mandela escutasse sua família, ficaria em casa recebendo alguma pensão do governo, sentado. Pense em um homem de 72 anos que ficou preso metade da vida. A maioria das pessoas imagina que homens com esta idade, deveria estar pensando em que programas de TV vão assistir hoje.

Stallone? Se escutasse os críticos, seria vendedor de bolinhos, no Central Park, e não um milionário ator que se diverte fazendo o que faz. Ted Turner? Estaria construindo barcos de pesca, e bebendo até cair, dia e noite. Zahran? Estaria na cadeira de balanço e teria passado o bastão há muito tempo para algum jovem de sua empresa. Se é que ainda teria uma empresa.

Para cada um desses homens, e mulheres que também têm história similar, sempre houve a crença de que nem tudo o que você começa, termina, mas absolutamente tudo o que você termina, teve que começar. Comece agora. Não amanhã. Não ontem. Hoje. Hoje.

Se você tem mais de cem anos, sugiro que vá com calma! O mundo ainda chega lá.

Se você tem mais de 70, sugiro que não tenha calma nenhuma. Faça o que você tiver vontade de fazer. Viaje, crie, pinte e borde -- e não me refiro a quadros, nem tecidos.

Se você tem entre vinte e setenta, sugiro que não se importe com convenções sociais. Elas foram feitas por quem não tinha coisa melhor para fazer, além de falar da vida dos outros. Vá e faça. Já que vão falar de você, de qualquer jeito, arrisque-se a ir contra a maré. O mundo espera isso de você. E, se não aprovarem, mande-os "catar coquinho na praia perdida".

Se você tem menos de vinte, aprenda tudo o que puder, e agradeça por viver em um século no qual você está no início da vida, não no final.

Não importa a idade que você tenha. É hora de começar algo novo. Nem tudo o que você começa, termina. Mas absolutamente tudo o que você termina, teve que começar. O que você vai começar hoje?

Aldo Novak


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Palavras de Bento XVI



"Creio que [Deus] tem um grande sentido de humor. Às vezes dá-nos um abanão e diz-nos "não te leves tão a sério". Na verdade, o humor é uma componente da alegria da criação. Em muitas questões da nossa vida, nota-se que Deus também nos quer impelir a ser mais leves, a perceber a alegria, a descer do nosso pedestal e a não esquecer o gosto pelo divertido."

Joseph Ratzinger, Deus e o Mundo - a fé cristã explicada por Bento XVI, uma entrevista com Peter Seewald, Tenacitas, Outubro de 2006

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Assim Mesmo - Madre Teresa de Calcutá



Muitas vezes as pessoas são egocêntricas, ilógicas e insensatas.
Perdoe-as assim mesmo.

Se você é gentil, as pessoas podem acusá-lo de egoísta, interesseiro.
Seja gentil, assim mesmo.

Se você é um vencedor, terá alguns falsos amigos e alguns inimigos verdadeiros.
Vença assim mesmo.

Se você é honesto e franco, as pessoas podem enganá-lo.
Seja honesto assim mesmo.

O que você levou anos para construir, alguém pode destruir de uma hora para outra.
Construa assim mesmo.

Se você tem Paz e é Feliz, as pessoas podem sentir inveja.
Seja Feliz assim mesmo.

Dê ao mundo o melhor de você, mas isso pode nunca ser o bastante.
Dê o melhor de você assim mesmo.

Veja que, no final das contas, é entre você e Deus.

Nunca foi entre você e as outras pessoas.

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Obituário: Maharushi Mahesh Yogi




O guru indiano Maharushi Mahesh Yogi, que ficou conhecido por meditar com os Beatles em uma viagem que os músicos fizeram à Índia em 1968, morreu nesta terça-feira na Holanda.

O guru, que teria 91 anos, nasceu no Estado indiano de Madhya Pradesh e estudou física antes de dedicar sua vida à iluminação espiritual, tendo sido ele próprio discípulo de um guru no Himalaia nos anos 40 e 50.
Maharushi Mahesh Yogi começou a espalhar seus ensinamentos sobre meditação transcedental pelo mundo a partir de 1958 e chegou a ter cerca de seis milhões de seguidores em mais de cem países.
Em seus ensinamentos, o guru dizia estar querendo estimular a paz interior e a iluminação.
A viagem dos Beatles à Índia influenciou milhares de seus fãs na época a procurarem mais informações sobre a meditação transcendental, ajudando a tornar Maharushi Mahesh Yogi ainda mais conhecido.
O guru havia anunciado sua aposentadoria apenas no mês passado, dizendo que considerava que seu trabalho estava concluído.

Fonte: BBC Brasil

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