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Feliz Natal! Merry Christmas!


"Elas" existem e desejam um Mágico Natal para todos!



Arte de Shiritsu

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O Tao é e Não é



Existe algo indefinido e completo, que nasceu antes do céu e da terra.

Como é calmo e informe, solitário e imutável, e tudo atinge sem se exaurir!

Nas profundeza do insondável jaz o ser.

Antes que o céu e a terra existissem, já era o ser, imóvel , sem forma;

O Vácuo, o Nada, berço de todos os Possíveis.

Deve-se considera-lo Mãe de todas as coisas.

Não sei o seu nome e, na falta dele, eu o chamo de Tao ( O Caminho Perfeito )

Fazendo um esforço maior para lhe dar um nome, posso chama-lo de Grande.

A grandeza, a Fonte eternamente borbulhante do ciclo do ser e do existir.

Grande ele passa no seu constante fluir. Ao passar torna-se distante.

Portanto o Tao é grande. No Universo são quatro os Grandes:

O sábio é um deles.

O homem toma sua lei da terra, a terra do céu, o céu toma sua lei do Tao.

A lei do Tao é ser o que é.

...
Tao Te King


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Magia de Amor... ;)



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Gautama Buddha Said:


Do not believe anything
because it is said by an authority,
or if it is said to come from angels,
or from Gods,
or from an inspired source.
Believe it only if you have explored it
in your own heart
and mind and body
and found it to be true.
Work out your own path,
through diligence.


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Cabala e Tarot - dica de site


Cabala: a Árvore da Vida em 3D

Um site para não se perder de vista.
Se você gosta do assunto não deixe de visitar.
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"... O Tarô, o mais satisfatório de todos os sistemas de adivinhação, tem sua origem e é explicada pela Árvore e apenas por ela. Para o historiador acadêmido empenhado em buscar a origem dessas misteriosas cartas - infelizmente sem sucesso, podemos acrescentar - esta poderá parecer uma afirmação dogmática; todavia, quando nos damos conta de que os iniciados trabalham conjuntamente com o Tarô e a Árvore e que as duas coisas se combinam harmoniosamente em todos os aspectos imagináveis, vemos que essa série de correspondências não poderia ser arbitrária nem acidental."
Dion Fortune

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O Mito do Natal




Onde nasceu Jesus?
Jesus não teria nascido numa gruta, rodeado pelo boi e o burro, mas sim no deserto, embaixo de uma palmeira. E Maria estaria completamente só na hora do parto. Além disso, o nascimento teria sido em março ou abril, e não em dezembro. Este artigo estuda as mais diferentes versões a respeito do nascimento de Cristo. Analisa ainda as influências mitológicas nos Evangelhos. Aqui estão ainda o mito e a realidade, o sentido cósmico e o espiritual do Natal.
O Natal é uma festa cristã que envolve problemas históricos insolúveis. Sabe-se hoje, com certeza absoluta, graças à pesquisa, que Jesus não nasceu no dia 25 de dezembro, nem no ano indicado como o início da era cristã. Não obstante, a tradição religiosa consagrou a data escolhida para a celebração natalina. Por outro lado, há um fundamento mitológico para essa escolha, que de certa maneira supre a falta dos elementos históricos.
A Mitologia é a mãe da História. Antes que os homens inventassem a medida do tempo e começassem a contar a passagem das luas e dos sóis, o passado se perdia no mundo das lendas. Jesus nasceu na fase de transição entre a Mitologia e a História. E foi a partir do seu nascimento que a História se definiu.
Mas a Mitologia manteve os seus direitos sobre o seu nascimento, conservando-o nas névoas do mito.
As investigações históricas provaram, posteriormente, a existência real do homem Jesus. Mas o Menino Jesus foi retido nos domínios do mito, como uma espécie de refém divino envolto em poesia.
Renan, que é o pai de toda a investigação moderna sobre Jesus e o cristianismo, começa sua Vida de Jesus contestando o lugar de seu nascimento. Afirma sem rebuços: "Jesus nasceu em Nazaré, pequena cidade da Galiléia, que antes desse nascimento não tinha nenhuma celebridade". E demonstra com dados históricos que o recenseamento de Quirino, citado nos Evangelhos de Lucas e Mateus, foi pelo menos dez anos posterior ao nascimento de Jesus. Belém era a cidade de Davi e Jesus devia nascer ali, segundo as profecias. Renan comenta: "Para fazê-lo nascer em Belém foi necessário recorrer a uma manobra bastante embaraçosa".
Charles Guignebert, professor de História do Cristianismo, na Sorbonne, e o mais penetrante investigador dos últimos tempos, reafirma em nossos dias a tese de Renan, comentando: "Na realidade, supõe-se primeiro, e depois se obtém a certeza de que o redator pôs todo o empenho em encontrar um meio de fazer José e Maria irem a Belém, porque desejava que Jesus nascesse ali". Mas Guignebert justifica essa manobra, levando em consideração as condições culturais da época e a mentalidade mitológica dominante.
O mito solar
A Mitologia nasce das águas da cultura primitiva, do folclore, como Afrodite nasceu das águas do mar. As lendas e as crenças dos povos selvagens se aprimoram e se racionalizam na estruturação mitológica da realidade. É a garra da razão apropriando-se do real. O que podemos chamar mentalidade mitológica difere tanto do nosso racionalismo quanto este difere do intuicionismo que já desponta em nossa era.
Na mentalidade mitológica a imagem do mundo é feita de símbolos anímicos. A alma do homem se transfere às coisas e lhes dá uma vida factícia que se transforma em ilusão vivente. Por isso, quando Mateus e Marcos localizam erroneamente o censo de Quirino em seus Evangelhos, não o fazem com segunda intenção, mas obedecendo às regras do raciocínio mítico. O rigor cronológico não existe nesse raciocínio, que segue naturalmente as leis da fisiologia do mito, segundo a teoria de Huntersteiner. Nascido na era mitológica, o cristianismo tinha por destino romper a casca do ovo e implantar a era da razão. Mas teve primeiro de se enlear nas membranas do mito. A carga mitológica da Bíblia, das velhas escrituras judaicas, quase sufocou o Novo Testamento. Por isso os mitólogos insistem, até hoje, em considerar o cristianismo como simples episódio mítico derivado diretamente do mito solar. Só a investigação histórica conseguiu, a duras penas, refutar a nova mitologia dos mitólogos modernos.
A concepção mitológica do Natal é um primor de imaginação. Na Europa e na Ásia o inverno rigoroso parece extinguir a vida. Os campos morrem sob a neve. Mas nos últimos dias a constelação da Virgem começa a aparecer no céu. De repente, ela dá nascimento ao Sol, que faz ressuscitar a vida e traz em seus raios a promessa da volta das colheitas. É o messias que nasce da virgem para salvar o mundo.
Jesus nasceu no Oriente porque é lá que nasce o Sol. Sua mãe era virgem antes do parto e continuou depois do parto, porque a Virgem celeste não se altera com o nascimento do Sol. Assim como o Sol nasce cercado pela esperança dos pastores e dos animais, assim nasceu Jesus. Mais tarde o Cristo sairá a semear para que as plantações renasçam. E da mesma maneira que o Sol é cercado pelos 12 signos do zodíaco, ele andará acompanhado pelos 12 apóstolos. E a sua morte, como a de Osiris, o deus egípcio, será o sangrento desaparecer do Sol, crucificado e coroado de espinhos, no último crepúsculo do outono.
Em 1794 já Dupuis lançava na França o seu livro Origines de tous les Cultes, em que apresentava Jesus como um mito solar. Mais tarde a sente germinou com intensidade na França e na Alemanha. Quando em 1924 Couchoud publicou em Paris “Le Mystère de Jesus”, restabelecendo o mito, procurou entretanto evitar os exageros de Dupuis, que haviam provocado de Perez uma réplica espirituosa, na qual demonstrava que Napoleão, com seus 12 generais, podia também ser interpretado como mito solar.
Na Alemanha, Arthur Drews, professor de filosofia em Carlsrhue, provocou com o seu livro “O Mito de Jesus”, lançado em 1911, um tumulto cultural, que se reavivou em 1924, com a nova edição aumentada e atualizada do livro. Guignebert e os historicistas em geral consideram essa interpretação mitológica como bastante engenhosa. Não obstante, reconhecem a influência mitológica na redação dos Evangelhos e na elaboração dogmática da fé cristã.

O mito do Natal
O Natal tradicional, tirado dos relatos dos Evangelhos Sinóticos, é inegavelmente mitológico. Por isso mesmo está revestido de intensa poesia e desperta naturalmente nossas mais profundas emoções. Na era mitológica, em que essa lenda foi divulgada, seu papel tornou-se fundamental para a vitória do cristianismo. Ela se constitui de uma constelação de elementos míticos derivados de duas culturas em fusão: a judaica e a grega. Numa e noutra os arquétipos coletivos de Jung aparecem como a seiva que vem das profundezas do espírito. Suas raízes se perdem no imemorial e nos transmitem o magnetismo de um passado mágico, de veios remotos de forças ancestrais procedentes de estratificações emotivas sumerianas egípcias e babilônicas.
O primeiro elemento mítico do Natal tradicional é o nascimento virginal de Jesus. Ligado aos tempos primitivos e às primeiras civilizações agrárias, o nascimento virginal não provém apenas do mito solar, mas também das práticas mágicas de fecundação, que marcaram os tempos mais remotos e impregnaram poderosamente toda a civilização judia. Como o demonstra Saint Yves, em “As Virgens Mães e os Nascimentos Miraculosos”, essas práticas mágicas livravam as virgens da vergonha da esterilidade. A Bíblia está cheia de relatos de casos desesperados em que jovens e mulheres estéreis recorriam a todos os expedientes possíveis para se fazerem mães.
O segundo elemento mítico do Natal é o nascimento de Jesus em Belém da Judéia e pertence à mitologia hebraica. O messias devia ser judeu e descender da linhagem de Davi, como já vimos. A Galiléia era então chamada Galiléia dos Gentios, pequena e desprezível província infestada pelos goyn, ou seja, pelos estrangeiros impuros. O tabu da pureza racial e o mito solar em sua forma messiânica estão presentes nessa lenda. O terceiro elemento mítico é a gruta em que Jesus nasceu, num estábulo de inverno, cercado pelos animais. Este elemento tem pelo menos uma conotação real importante, pois os estábulos de inverno eram comuns na Palestina. Mas qual o mito que não se enraíza em dados reais? O quarto e o quinto elementos são os anjos cantando no horizonte a anunciação aos pastores e a estrela que orienta os Reis Magos através do deserto. Ambos derivam das fábulas mais antigas de toda a Ásia. O sexto e último elemento é a matança dos inocentes por ordem de Herodes, o Grande, marcando com a magia do sangue o início de uma vida que devia findar-se com o resgate dos pecadores através do sangue derramado na cruz.
Todos esses aspectos mitológicos não invalidam o fato real do nascimento de Jesus, pois as provas históricas da sua existência como homem e da sua influência na transformação do mundo são hoje inegáveis. Mas transferem o nascimento de Jesus do plano histórico para o mitológico.
Os pesquisadores históricos não dispõem de elementos para sequer esboçar um quadro do nascimento real de Jesus, em Nazaré. Mas Guignebert toma uma passagem de Paulo, em sua carta aos Gálatas (4,4), para mostrar que o nascimento de Jesus era considerado natural pelo apóstolo dos gentios. Diz essa passagem: "Quando os tempos se cumpriram, Deus-enviou seu filho, nascido de uma mulher, nascido sob a lei, a fim de que ele resgatasse todos os que estavam sob a lei".

Renan já assinalara que o nascimento de Jesus em Nazaré ocorrera naturalmente na casa humilde de uma família pobre. Nesses casos a criança nascia, em geral, segundo as informações sobre os usos e costumes da época, sem complicações. Os partos eram fáceis e considerados como motivo de grande alegria, pois Deus abençoava o lar com a fecundidade da mulher. Na maioria das vezes não era necessário o concurso de uma parteira, pois a própria mãe sabia, por instinto e por aprendizado doméstico, como fazer em tais ocasiões. Jesus era o primeiro filho do carpinteiro José e de sua esposa Maria, segundo a tradição, bem mais moça que ele. As alegrias de um lar humilde estão bem distantes do esplendor meteórico do nascimento na gruta de Belém, onde a pobreza da gruta contrastava com a riqueza das manifestações angélicas no horizonte e da estrela que viera pairar sobre o local.
Para a mentalidade mitológica da época esse nascimento obscuro não corresponderia à encarnação do Verbo, do messias salvador do mundo. Mas, para a mentalidade histórica e positiva do nosso tempo, há mais grandeza nessa simplicidade do que nas descrições mirabolantes dos Evangelhos. A simplicidade da vida de Jesus, segundo os próprios relatos evangélicos, se torna mais coerente com esse nascimento obscuro. Há também maior coerência entre esse nascimento e a morte do messias rejeitado, no Monte das Caveiras, entre dois condenados comuns.
O Natal histórico de Jesus, tão desprovido de aparatos, concorda melhor com a sua pregação de desapego aos valores terrenos E há mais beleza nesse menino humilde, que nasce para conduzir os homens a Deus, do que no menino mitológico levado a nascer na cidade de Davi, para assim se beneficiar com a falsa grandeza de um rei terreno, introduzindo-se à forma na sua genealogia, na verdade pouco recomendável ante os preceitos cristãos.
Toda a poesia lendária do nascimento mitológico se apaga diante dessa humilde poesia de Nazaré. Em que dia se deu esse nascimento? A Igreja, depois de instituída, vacilou na escolha. Tentou fixá-lo em janeiro, depois em abril, mas por fim teve de optar pelo dia 25 de dezembro, consagrado, através dos séculos, ao mito solar. Os relatos mitológicos ajustavam-se bem a esse dia, como vimos, embora deformando a figura real de Jesus.

O Natal islâmico
A religião islâmica nasceu do judaísmo e do cristianismo. Maomé considerava o islã como a religião superior e universal. O próprio Deus fala no Corão, que é a Bíblia do islamismo, através do anjo Gabriel, que ditou mediunicamente o livro ao profeta analfabeto. O Natal de Jesus reveste-se, no Corão, de aspectos inteiramente novos. Mas os maometanos não o celebram.
Vejamos o texto corânico a respeito:
Louva a Maria no Corão, celebre também a sua família e o dia em que se afastou dela para o Oriente. Tomou às ocultas um véu para cobrir-se e lhe enviamos o anjo Gabriel, nosso espírito, encarnado num homem.
Ao vê-lo, não o conhecendo, Maria exclamou - A misericórdia é o meu refúgio. Se temes a Deus . . .
O anjo lhe disse - Sou o enviado do teu Deus e venho anunciar-te um filho bendito.
- De onde me virá esse filho - retrucou a virgem - pois nenhum mortal se aproximou de mim e desconheço o vício.
- Não obstante, o filho virá - replicou o anjo - pois a palavra do Altíssimo assegurou o milagre, que não é difícil. Teu filho será um prodígio e a felicidade do universo. Esta é a ordem do céu.
Maria foi fecundada e retirou-se para um lugar afastado. As dores do parto a surpreenderam junto a uma palmeira e ela exclamou -Deus quis que eu morra esquecida e abandonada dos homens, antes de conceber.
O anjo lhe disse - Não te aflijas, Deus fez correr um arroio aqui perto de ti. Sacode a palmeira e cairão frutos maduros. Come, bebe, enxuga o pranto e se alguém te interrogar, responde - Fiz um voto ao Misericordioso e hoje não posso falar a nenhum homem.
Maria regressou ao seio da família levando Jesus nos braços. E lhe disseram: "Maria, aconteceu-te uma estranha aventura! Irmã de Aarão, vosso pai era justo e vossa mãe era virtuosa!"
A essa repreensão ela fez um sinal para que falassem à criança, mas lhe perguntaram: "Falaremos a uma criança de peito?" O menino respondeu: "Sou o servidor de Deus. Ele me deu o Evangelho e me nomeou seu profeta. Sua bênção me seguirá per toda parte".

A todas essas formas do Natal se sobrepõe o Natal espiritual, o significado milenar do dia 25 de dezembro, impregnado pelas vibrações de adoração ao messias, que vêm das profundezas do tempo, do seio das civilizações desaparecidas. A substância do Natal é a presença do Cristo no coração e na mente do homem, desde que ele existe na Terra.
Essa a conclusão a que chegaram todos os grandes pesquisadores da história do cristianismo, desde Renan até Guigneliert, passando por Harnack, Loisy, Goguel, Murphi e tantos outros, nos grandes centros universitários do mundo. Há o Natal formal das igrejas, mas há também o Natal dos corações.

Texto de Herculano Pires

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Os 22 Raios da Fraternidade Branca

1º RAIO — AZUL
VIRTUDES — Vontade Divina, fé, felicidade, equilíbrio, paz e criação cósmica.

DESENVOLVE — Iniciativa, proteção, poder, força interior, perseverança.
PERTENCE — Poder Executivo.
ARCANJO — Miguel e Fé.
ELOHIM — Hércules e Amazon.
MESTRES — El Morya e Miriam, passando para o Lord Sírius o encargo divino.
CARACTERÍSTICAS NOS SERES NÃO EVOLUÍDOS: Voluntariedade, agressividade, desejo de dominar. Este raio tem sido utilizado pelas forças involutivas junto da energia do vermelho, também desvirtuada, para controlar e manipular a humanidade frente a baixas vibrações. Muitos canais vibram com esta energia diante da ação dos Mestres El Morya e Miriam, que agora Lord Sírius passa a manifestar para a atualização da nova
ramificação do espectro azul dentro dos atuais 22 raios.
2º RAIO — AMARELO (na tonalidade Amarelo-Dourado)
VIRTUDES — Inteligência, iluminação interior, sabedoria.
DESENVOLVE — Sabedoria, intuição, força mental.
PERTENCE — Maestros e estudantes.
ARCANJO — Jofiel e Constância.
ELOHIM — Cassiopéia e Minerva.

M
ESTRES — Lanto e Kwan Yin.
CARACTERÍSTICAS NOS SERES NÃO EVOLUÍDOS: Orgulho intelectual, acúmulo de informações por parte das pessoas que empregam o mental e deixam de utilizar o cardíaco, considerando isso fraqueza. Está relacionado ao despertar da Chama Trina nas pessoas mais sensíveis, que estão se espiritualizando.
3º RAIO — ROSA
VIRTUDES — Amor, pureza, beleza, opulência, coesão.
DESENVOLVE — Amor divino, tolerância, adoração por tudo aquilo que o cerca. PERTENCE — Pacifistas e árbitros.
ARCANJO — Chamuel e Caridade.
ELOHIM — Orion e Angélica.
MESTRES — Lady Rowena e Paulo Veronezi.
CARACTERÍSTICAS NOS SERES NÃO EVOLUÍDOS: Amor carnal, excesso de sensualidade, libertinagem, desequilíbrio psíquico. Este aspecto está sendo equilibrado pela ação de Krishna e Mihael do 15º Raio Rosa-Choque, que é uma divisão direta do 3º Raio Rosado.
4º RAIO — CRISTAL
VIRTUDES — Ascensão, pureza, ressurreição.
DESENVOLVE — Artes, música, pintura.
PERTENCE — Artistas em geral (os mais espiritualizados).
ARCANJO — Gabriel e Esperança.
ELOHIM — Claridade e Ashtréia.
MESTRES — Serapys Bey e Lis.
CARACTERÍSTICAS NOS SERES NÃO EVOLUÍDOS: Vícios, boemia, pessoas sem amor espiritual pela vida, colocam nos outros a culpa daquilo que elas não querem enxergar, e não aceitam seus defeitos O Raio Marfim Radiante de Gautama ajuda estas pessoas, associado ao Cristal, a restaurar o equilíbrio interno e a resolver a polaridade psíquica que essas pessoas não controlam. O Raio Marfim é na realidade uma subdivisão do Raio Cristal e Branco.
5º RAIO — VERDE
VIRTUDES — Verdade, cura, consagração, concentração.
DESENVOLVE — Ciências em geral ou específicas, principalmente a medicina. PERTENCE — Médicos, inventores e músicos.
ARCANJO — Mãe Maria e Raphael.
ELOHIM — Vista e Cyclope.
MESTRES — Hilarion e Matilde.
CARACTERÍSTICAS NOS SERES NÃO EVOLUÍDOS: Ateus, de um modo geral. Isso se manifesta devido à origem do amarelo, que lhes concede elevado poder analítico de questionamento e ao azul de criação. Este importante raio está subdividido de forma a atuar de maneira mais dinâmica neste atual processo de reintegração crística para a humanidade presente nas múltiplas realidades da Terra e do Sistema Solar como um todo.
6º RAIO — OURO-RUBI
VIRTUDES — Paz, fé interior, graça, providência, adoração.
DESENVOLVE — Culto devocional, serenidade e paciência.
PERTENCE — Sacerdotes, senadores.
ARCANJO — Uriel e Graça.
ELOHIM — Paz e Pacífica.
MESTRES — Nada e Tudo.
CARACTERÍSTICAS NOS SERES NÃO EVOLUÍDOS: Fanáticos, religiosos, pessoas esnobes, esta energia psíquica da humanidade está sendo explorada por grupos involutivos e por grandes mestres de luz, para direcionar as pessoas incultas e emocionalmente inocentes no atual processo de depuração energética do planeta. Uma grande batalha que Uriel e Graça transmutam diariamente unidos ao potencial de Paz e Pacífica no despertar da humanidade de forma ativa dentro dos corpos sutis das humanidades presentes na Terra.
7º RAIO — VIOLETA
VIRTUDES — Transmutação, misericórdia, libertação, perdão.
DESENVOLVE — Cultura, refinamento, diplomacia, prudência.
PERTENCE — Místicos, diplomatas, damas e cavalheiros.
ARCANJO — Ezequiel e Santa Ametista.
ELOHIM — Arcturos e Rítmica.
MESTRES — Saint Germain e Pórtia (Neida — Deusa da Oportunidade). CARACTERÍSTICAS NOS SERES NÃO EVOLUÍDOS: Vaidade, usura. Raio de maior atuação no planeta, para transmutar e requalificar todas as energias de cura e de reintegração com o Cristo, desde o plano molecular até o psíquico, emocional e mental das humanidades presentes na Terra.
8º RAIO — BRANCO
VIRTUDES — Supremacia espiritual, iluminação e despertar cósmico.
DESENVOLVE — Ascensão, conhecimento, disciplina, mestria cósmica, proteção. PERTENCE — Líderes (interligam-se diretamente ao 4º Raio).
DISTRIBUIDOR — Paulo Veneziano.
DEVA — Dorniel.
DIRETORES — Ossok e Liberdade.
Este Raio está direcionado de forma a complementar todos os 22 Raios atualmente voltados para a Terra, pois ele contém o potencial de todo o espectro de cores de Alfa & Ômega; por essa razão é um ponto de encontro de todas as energias sutis de resgate planetário dos orbes de luz atuantes na Terra, através dos avatares, emissários encarnados e das hostes maiores de luz extraterrenas e multidimensionais.
9º RAIO — ROSA-VIOLETA
VIRTUDES — Beleza, pureza, diplomacia.
DESENVOLVE — Transmutação física.
PERTENCE — Naturalistas, economistas.
DISTRIBUIDOR — Zecer
DIRETORES — Jerevox e Ananda.
Este Raio está relacionado com a nova codificação do GNA e toda a transmutação celular que se processa com o aumento das radiações solares, que deverão se intensificar a cada dia mais. Este raio ajuda no processo de cristalização dos aspectos divinos de imortalidade sobre a codificação original que deve ser inserida em milhões de humanos na virada de milênio.
10º RAIO — DOURADO
DESENVOLVE — Amor universal, transmutação cósmica.
PERTENCE — Hoste angélica e Seres extraplanetários.
DISTRIBUIDOR — Oromassis.
DEVAS — Alvorada e Ismael.
DIRETORES — Oros e Chama.
Também presente de forma poderosa neste momento, foi a energia que anunciou a presença direta do complemento Mahatma para nossa humanidade, unindo-se ao aspecto crístico e búdico da Consciência Crística Universal, que é trina unida à energia Mahatma. Uma poderosa força de reintegração e despertar para todas as formas de vida deste Sistema Solar. O Raio Dourado manifesta amor e transmutação acima dos padrões comuns que podem ser concebidos pela mente humana, mas que estão no poder de amar que cada ser possui, ativando a sua Chama Trina. Esta transformação complementa diretamente a Chama Violeta e sutiliza todas as energias diretamente na Fonte dos registros no corpo Causal, reabilitando essas energias diante da Presença Eu Sou de cada ser, pois o dourado ativa o poder de realinhamento geométrico de cada elemental do universo, purificando com isso as energias cármicas. Deve ser usado em parceria com o Violeta.
11º RAIO — VIOLETA-PRATA-DOURADO
DESENVOLVE — A união dos Raios Gêmeos.
PERTENCE — Os representantes da Nova Era de Ouro.
DISTRIBUIDOR — Surya.
DEVAS — Erniel e Gemili.
DIRETORES — Apolo e Diana.
Restabelece a ordem crística das partículas presentes na Terra com a sua contraparte sideral, que nem sempre necessita estar encarnada. O equilíbrio que o Raio Marfim magnetiza está relacionado com este raio de união e de amor, pois a nova realidade terrena dentro da 5ª Dimensão que, em breve, se manifestará para milhões de humanos da atual realidade, exige a participação da outra parte divina. O Eu Sou está diretamente ligado a esse processo que Apolo e Diana coordenam para acelerar os processos intrínsecos de cada discípulo da luz e de toda a humanidade de forma geral.

12º RAIO — AZUL-PRATEADO
DESENVOLVE — Amor universal.
PERTENCE — Templos diversos.
DISTRIBUIDOR — Voltica Parcos.
DEVAS — Salatiel e Pureza.
DIRETORES — João e Maria.
Energia de partida para a ação do 17º Raio Prateado, pois somente com o poder do Raio Azul-Prateado é possível reestruturar as malhas magnéticas do planeta e da humanidade, permitindo assim que o GNA seja inserido pela via espiritual para as camadas mais densas de cada ser humano. Assim, este raio está ligado ao processo de despertar de uma nova realidade genética e criadora, na qual a 5ª Dimensão é a perspectiva de ação desta nova raça que tem sido plasmada pelos orbes maiores.
13º RAIO — CORAL-SALMÃO
DIRETORES — Hélios e Vesta
DESENVOLVE — O Resgate dos cetáceos e almas de Sírius na Terra, ajudando no plano emocional a ser restabelecido nas interações com Alfa e Ômega e os outros membros da Galáxia. Muitas formas de vida presentes na egrégora da Terra são de Sírius e devem se reintegrar com a Mônada maior desse sistema estelar, que é importante no contexto sideral, assim como os outros.
14º RAIO — VERDE-HORTELÃ
DIRETORES — Vida e Quântica.
DESENVOLVE — Reconstituição da biosfera, cura do meio ambiente planetário. Este raio está diretamente sob a ação do 5º Raio e dos seus mestres, porém foi efetuado um desdobramento para permitir uma maior dinâmica na ação das energias e grupos do espectro verde. A ação de cura é muito mais abrangente do que pode ser interpretado pela mente humana, tudo que visa à harmonização do universo é um meio de cura.
15º RAIO — ROSA-CHOQUE
DIRETORES — Krishna e Mihael.
DESENVOLVE — Sublimação da energia sexual e transmutação das energias inferiores; trata-se de uma radiação que busca reequilibrar o aspecto sagrado do ato sexual e da sua real importância na dispersão energética nos corpos superiores e sutis que cada casal ativa com a energia sexual. O amor é a grande chave deste raio, pois somente através do verdadeiro amor é possível a sublimação real dos instintos sexuais em amor iluminado. Estes Mestres e Deuses Criadores da estrutura arcangélica, inseridos na consciência global de Micah, são manifestadores deste resgate devido à sua ação na Terra com as três primeiras raças-raízes. A energia de ambos tem sido desvirtuada pela ignorância, eles voltaram para resgatar junto a seus antigos afilhados a verdadeira energia a ser inserida na estrutura global quanto ao potencial do sexo e das energias divinas que geram vida; o poder de gerar vida está diretamente inserido nesse contexto junto a essas divindades maiores de puro amor crístico e búdico que elas representam nas escalas maiores.
16º RAIO — MARFIM-RADIANTE
DIRETORES — Sidarta Gautama.
DESENVOLVE — Equilíbrio da polaridade e o caminho do meio para a iluminação pessoal, como ele apresentou para a humanidade; este raio ativa o despertar crístico, pois a energia búdica é um passo para a sabedoria rumo à consciência crística da presença Eu Sou e do Cristo Cósmico que fica logo acima do Eu Superior ou Eu Sou. Este raio é um dos que maior dispersão sofre neste momento do salto quântico, pois a humanidade conturbada e perdida dentro da polaridade tão ativa, deve se render ao amor interno e buscar as respostas dentro de sua egrégora na Chama Trina, que irradia este raio mediante a sublimação com o Dourado e o Branco que o Eu Sou irradia constantemente para os corpos inferiores até o plano físico. O Senhor Gautama, que acumula diversos cargos espirituais, possui uma grande equipe de seres búdicos que sustentam a ascensão da Terra junto com as energias de Sananda e de toda a equipe espiritual da Fraternidade Branca e das outras Fraternidades de Luz aqui presentes. Krishna e Mihael estão diretamente atraídos e atuantes com este raio, pois para sublimar a energia sexual em amor universal deve-se empregar o potencial da energia búdica do Marfim-Radiante para que seus discípulos e a humanidade aprendam a se desprender das forças involutivas que utilizam o sexo como fontes de renda e de massificação intelectual da humanidade de forma geral. Existe um trabalho em equipe, por parte dos 22 Raios e dos 44 Mestres e Diretores para a elevação da consciência planetária como um todo.
17º RAIO — PRATEADO
DIRETOR — Anjo HE
DESENVOLVE — Suporte da vida na matéria, ligação com o cordão prateado planetário, este Raio tem por objetivo restaurar a conexão divina do cordão prateado planetário e de todas as formas de vida nele existentes, pois é através dele que o aspecto físico recebe a implantação do GNA, oferecido à humanidade neste momento de transição. Este anjo da cabala faz a ancoragem de uma equipe de limpeza no plano astral denso para que as energias obsessoras não interfiram mais no desenvolvimento da consciência crística que está sendo sustentada e ampliada pela orbe maior. Sua função é colaborar com a hierarquia do 5º Raio diretamente com Mãe Maria, Rafael, Cyclope, Vista, Hilarion e Matilde na dispersão das forças iluminadas de coesão da luz de cada ser mediante o aumento do fluxo do cordão prateado de forma a potencializar as mudanças genéticas, que se revertem nos aspectos mental, emocional e psíquico da humanidade, no caminho da reintegração com o Cristo interno e com o salto quântico que está sendo processado por cada um de nós nos níveis internos.
18º RAIO — VERMELHO-VENEZIANO
DIRETORES — Orbamal e Andebaran.
DESENVOLVE — Alinhamento e transmutação da Kundaline, renovação do magnetismo; está relacionado com a renovação da estrutura emocional e despertar de consciência, ancorando as novas matrizes do GNA, que também são enviadas pela Kundaline planetária, pois essa energia é um aspecto crístico da Mãe Terra, que é a outra polaridade que garante a dualidade cósmica em nossa realidade física e sutil neste planeta. Este vermelho é um realinhamento dos verdadeiros valores com a consciência planetária visando um bem-estar com a mãe que nos sustenta e uma intenção direta com tudo o que ela gera em nossas vidas. A renovação dos valores da Kundaline é um aspecto importante no burilamento da nossa consciência rumo à reintegração com nossos irmãos estelares, pois para a Federação e as consciências que buscam o Cristo, deve-se integrar o aspecto da Kundaline como algo divino e belo, pois é a sustentação da Mãe Criadora que garante a estabilidade nesta realidade e nas que se seguem antes de voltarmos ao núcleo espacial junto com o Eu Sou de cada um e integrar assim as esferas maiores das hierarquias celestes do espírito.
19º RAIO — LARANJA VULCÂNICO
DIRETORES — Lamudiel e Magnetron.
DESENVOLVE — Cura magnética sísmica, alinhamento das placas tectônicas e telúricas da Terra, um processo de reestabilização das forças internas da Terra, frente às ações nucleares da humanidade; uma energia de cura planetária e de recondicionamento da consciência planetária, que por sua vez se acopla diretamente à transformação da Kundaline, unindo forças com Orbamal e Andebaran que são arquétipos do mundo dos Elohim secundários que vivenciaram processos semelhantes em milhares de mundos desta Via Láctea, junto com seus companheiros Lamudiel e Magnetron, que foi amigo de Sandalfon em inúmeras tarefas de restauração atômica da malha temporal da Terra e de outros mundos; unem suas forças para restabelecer a ordem planetária para um novo ciclo, após o salto quântico, onde novas energias e forças gravitacionais far-se-ão presentes, resgatando no agora eterno presente o potencial crístico da Terra para que possa efetuar um salto harmônico sem maiores mudanças catastróficas como muitos têm vibrado. Este aspecto é importante para garantir as mudanças dentro da lei do amor universal e não pela irradiação dos aspectos emocionais da humanidade, uma purificação planetária e uma depuração de todos os Elementais do planeta estão inseridas nestes raios complementares aos antigos 12 raios.
20º RAIO — LÁPIS LAZULI
DIRETORES — El Morya e Miriam.
DESENVOLVE — Conexão com a Fonte na mônada pessoal, regresso ao cosmos através da nova codificação criativa que está sendo irradiada por toda a fraternidade sideral para este mundo, pois cada um é filho do Criador, e todos têm o direito de se reintegrar ao mesmo. Os Mestres Morya e Miriam continuam atuando no 1º Raio Azul que se desmembrou para permitir uma maior atuação dinâmica sobre todos os aspectos a serem irradiados neste ciclo terreno. Lord Sírius, que está atuando como Chohan do 1º Raio é uma contraparte direta de El Morya e Miriam; portanto, para muitas pessoas nada mudou, pois a mudança só existe nos planos maiores onde se direciona uma nova proposta das radiações para o despertar da humanidade. Esta conexão é feita através da radiação crística de cada Eu Sou via cordão prateado e dourado de cada ser e via sublimação das energias densas que cada ser humano gera no dia-a-dia. Por essa razão é uma energia para meditação e introspecção profunda, onde poderão ser desvelados os véus de Maya que cada um possui em sua vida diária. Quando a energia da Mônada de cada ser se aprofunda dentro da intuição, existe uma conexão direta com estes mestres e revelações de importância são manifestadas no plano psíquico e emocional, que passam a permear a realidade mental de cada ser; isso é ativado através das meditações contemplativas e das meditações ativas de interiorização que devem ser efetuadas para o despertar pessoal. Morya e Miriam continuam atendendo dentro do espectro azul, portanto ativem seu potencial de visualização nesta nova cor e terão novas revelações sobre seu maravilhoso trabalho junto à humanidade terrena e estelar, que vem buscar seus parentes encarnados, para leva-los de volta a seus mundos originários.
21º RAIO — VERDE ÁGUA-MARINHA
DIRETORES — Ocean e Maria.
DESENVOLVE — Cura emocional, psíquica, cura das águas, despoluição telúrica magnética da barreira de freqüência planetária. Este novo raio, que sempre existiu, foi desmembrado para dinamizar melhor as tarefas do 5º Raio Verde, tem à frente Mãe Maria e Ocean que é um outro aspecto divino do amado Arcanjo Rafael na transmutação direta das energias desarmônicas do elemento emocional, junto com a energia dos Elohim Cyclope e Vista, formando assim uma nova identidade que se funde com o potencial dos quatro para transmutar e resgatar todo o aspecto da geometria sagrada em cada molécula do planeta Terra e dos seres que nela habitam. Lembrem que o elemento água representa o aspecto emocional do planeta e dos seres humanos também. No atual processo cíclico da humanidade este raio atua de forma poderosa para conter as revoltas e o desequilíbrio que as forças involutivas insistem em gerar e expressar sobre a humanidade, e no plano astral, onde as forças são mais ativas. O trabalho deste raio está relacionado com a Chama Violeta de transmutação de todos os planos sutis que complementam a barreira de freqüência que envolve a Terra.
22º RAIO — ÍNDIGO BLUE
DIRETORES — Shtareer e Eliha.
DESENVOLVE — Poder Universal em ação, energia galáctica de dispersão na mudança orbital do Sistema Solar, preparação para o salto quântico solar. Está relacionado com a transformação de valores psíquicos da humanidade e reúne parte de cada um dos aspectos dos raios anteriores, para que uma nova consciência crística e de amadurecimento se manifeste de forma íntegra em cada ser da criação deste Sistema Solar. É uma derivação do Azul do Arcanjo Miguel, portanto está diretamente associado à energia de criação do nosso Logos Solar, que é o Arcanjo Miguel nos planos multidimensionais, unindo a força de Shtareer e Eliha que já efetuaram essas funções em outras localidades de Orvoton e em outros Superuniversos. É a manifestação da vontade do Pai-Mãe Universal direcionada para o nosso quadrante, ligando as energias dos Anciãos dos Dias, dos Melchizedeks e do próprio Micah e Emannuel nos planos multidimensionais para as nossas realidades das 7 Mônadas sustentadas pela Divina Presença Eu Sou, que cada ser possui por decreto divino. Este raio traz ao Sistema Solar a energia sagrada das Mônadas originais de cada raça presente, é um retorno à fonte por parte de milhares de consciências que já estão prontas para seguir rumo a novas diretrizes maiores da divindade que cada uma é. Ser Deus Criador em ação nas múltiplas realidades de forma consciente e onipresente é a tarefa de muitas almas que interagem com este raio sagrado e transmutam as energias pessoais nos outros raios anteriores e rumam a integrar os 49 raios do Sol Central de cada aspecto monádico e crístico; unido à energia Mahatma e búdica, fortalece a união com a divindade maior que cada ser possui diante da ação do ajustador de pensamento.


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O Pentagrama




Num dos mais antigos significados do pentagrama, os Hebreus designavam como a Verdade, para os cinco livros do Pentateuco (os cinco livros do Velho Testamento, atribuídos a Moisés). Na Grécia Antiga, era conhecido como Pentalpha, geometricamente composto de cinco As.

O pentagrama também é encontrado na cultura chinesa representando o ciclo da destruição, que é a base filosófica de sua medicina tradicional. Neste caso, cada extremidade do pentagrama simboliza um elemento específico: Terra, Água, Fogo, Madeira e Metal. Cada elemento é gerado por outro, (a Madeira é gerada pela Terra), o que dará origem a um ciclo de geração ou criação. Para que exista equilíbrio é necessário um elemento inibidor, que neste caso é o oposto (a Água inibe o Fogo).
A geometria do pentagrama e suas associações metafísicas foram exploradas por Pitágoras e posteriormente por seus seguidores, que o consideravam um emblema de perfeição. A geometria do pentagrama ficou conhecida como A Proporção Divina, que ao longo da arte pós-helênica, pôde ser observada nos projetos de alguns templos. Era um símbolo divino para os druidas. Para os celtas, representava a deusa Morrighan (deusa ligada ao Amor e a Guerra). Para os egípcios, era o útero da Terra, mantendo uma relação simbólica com as pirâmides.
Os primeiros cristãos tinham o pentagrama como um símbolo das cinco chagas de Cristo. Desse modo, visto como uma representação do misticismo religioso e do trabalho do Criador. Também era usado como símbolo da comemoração anual da visita dos três Reis Magos ao menino Jesus. Ainda, em tempos medievais era usado como amuleto de proteção contra demônios.
Os Templários, uma ordem de monges formada durante as Cruzadas, ganharam grande riqueza e proeminência através das doações de todos aqueles que se juntavam à ordem; além de grandes tesouros trazidos da Terra Santa. Na localização do centro da Ordem dos Templários, ao redor de Rennes du Chatres, na França, é notável observar um pentagrama natural, quase perfeito, formado pelas montanhas que medem vários quilômetros ao redor do centro. Ainda é possível perceber, a profunda influência do símbolo, em algumas Igrejas Templárias em Portugal, que possuem vitrais na forma de Pentagramas. No entanto, Os Templários foram dizimados pela mesquinhez da Igreja e pelo fanatismo religioso de Luis IX, em 1303. Iniciou-se assim a Idade das Trevas, onde se queimavam, torturavam e excomungavam qualquer um que se opusesse a Igreja. Durante esse longo tempo de Inquisição, a igreja mergulhou no próprio diabolismo ao qual se opunha. Nessa época o pentagrama simbolizou a cabeça de um bode ou do diabo, na forma de Baphomet, o mesmo que a Igreja acusou os Templários de adorar. Assim sendo, o pentagrama passou de um símbolo de segurança à representação do mal, sendo chamado de Pé da Bruxa. Assim, a perseguição da Igreja fez as religiões antigas se ocultarem na clandestinidade. Ao fim da era das Trevas, as sociedades secretas começam novamente a realizar seus estudos sem o medo paranóico das punições da Igreja. Ressurge o Hermetismo, e outras ciências misturando filosofia e alquimia. Floresce então, o simbolismo gráfico e geométrico, emergindo a Renascença numa era de luz e desenvolvimento. O pentagrama agora, significa o Microcosmo, símbolo do Homem de Pitágoras representado através de braços e pernas abertas, parecendo estar disposto em cinco partes em forma de cruz (O Homem Individual). A mesma representação simboliza também o Macrocosmo, o Homem Universal, um símbolo de ordem e perfeição, a Verdade Divina. Agrippa (Henry Cornelius Von de Agrippa Nettesheim), mostra proporcionalmente a mesma figura, colocando em sua volta os cinco planetas e a Lua no ponto central (genitália) da figura humana. Outras ilustrações do mesmo período foram feitas por Leonardo da Vinci, mostrando as relações geométricas do Homem com o Universo.
Posteriormente, o pentagrama também foi associado aos quatro elementos essenciais (terra, água, ar e fogo) mais o quinto, que simboliza o espírito (A Quinta Essência dos alquimistas e agnósticos)
Na Maçonaria, o Laço Infinito (como também era conhecido o pentagrama, por ser traçado com uma mesma linha) era o emblema da virtude e do dever. O homem microcósmico era associado ao Pentalpha (a estrela de cinco pontas), sendo o símbolo entrelaçado ao trono do mestre da Loja.
Com Eliphas Levi (Alphonse Louis Constant), o pentagrama pela primeira vez, através de uma ilustração, foi associado ao conceito do bem e do mal. Ele ilustra o pentagrama microcósmico ao lado de um pentagrama invertido (formando a cabeça do bode, Baphomet).
O pentagrama voltou a ser usado em rituais pagãos à partir de 1940 com Gerald Gardner. Sendo utilizado nos rituais simbolizando os três aspectos da deusa e os dois do deus, surgindo assim a nova religião Wicca. Desse modo, o pentagrama retoma sua força como poderoso talismã, ajudado pelo aumento do interesse popular pela bruxaria e Wicca, que à partir de 1960, torna-se cada vez mais disseminada e conhecida. Essa ascensão da Wicca, gera uma reação da Igreja da época, chegando ao extremo quandoAnton LaVey adota o pentagrama invertido (em alusão a Baphomet de Levi), como emblema da sua Igreja de Satanás, e faz com que a Igreja Católica considere que o pentagrama (invertido ou não) seja sinônimo de símbolo do Diabo, difundindo esse conceito para os cristãos. Assim naquela época, os Wiccanos para se protegerem dos grupos religiosos radicais, chegaram a se opor ao uso do pentagrama.
Até hoje o pentagrama é um símbolo que indica ocultismo, proteção e perfeição. Independente do que tenha sido associado em seu passado, ele se configura como um dos principais e mais utilizados símbolos mágicos da cultura Universal.

Por Spectrum


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