Translate

O Diafragma e a Respiração Diafragmática


No mecanismo respiratório, o músculo que separa o tórax do abdômen desempenha papel relevantissimo. Se você se deitar de barriga para cima poderá observar como o abdômen sobe e desce ao ritmo respiratório. Funciona o diafragma como uma membrana. Quando desce, intumescendo o abdômen, arrasta consigo a base do pulmão, aumentando o volume interno deste, o que produz a sucção do ar. Isto é a inspiração. Na expiração, dá-se exatamente o contrário; o diafragma, levantando-se, comprime os pulmões, expulsando o ar. Este mecanismo, tão bonito e tão sadio, com a vida sedentária, desgraçadamente, vai-se perturbando, até quase desaparecer na maioria das pessoas maduras. É como se o diafragma morresse aos pouquinhos. Resta no fim tão-somente a respiração com a parte superior dos pulmões. Mesmo entre atletas tal fato se dá. Quando querem respirar fundo para voltar à calma, levantam os braços, comprimem e intumescem de ar somente o terço superior do órgão. Fazem exatamente o oposto do que o Yoga ensina e que é a forma ideal de respirar. O atleta ocidental inspira estofando o peito e encolhendo a barriga. O yogi inspira projetando discretamente a barriga, puxando para baixo o diafragma, enchendo, assim, não somente o ápice mas também e, mesmo antes, a base do pulmão, que é a zona mais rica em alvéolos, portanto a mais importante para a economia vital.
A morte do diafragma paralisa a movimentação da parede abdominal. Esta, por falta de exercícios, definha, não podendo mais sustentar em seus devidos lugares as víceras, que se dilatam e caem sob a solicitação da gravidade. E a velhice muito cedo chega, com a gordura que se acumula enfeando a barriga. A viceroptose, este deslocamento das víceras, é corrigida mediante a respiração diafragmática que você vai aprender daqui a pouco.
A respiração ocidental nega ao organismo um tesouro de benefícios decorrentes da massagem automática e natural que a respiração diafragmática promove nos órgãos internos e nas glândulas, a par de que, do ponto de vista quantitativo, trabalhando apenas com um terço do pulmão, reduz proporcionalmente a "capacidade vital".
A respiração diafragmática tem sido utilizada no tratamento de moléstias cardíacas. Ela massageia com brandura e naturalidade o coração. O professor Tirala, de Wiesbaden, é o pioneiro neste tratamento. No restabelecimento do presidente Eisenhower a respiração teve papel significativo.
Massagem igual á que recebe o coração todas as vísceras recebem. No caso dos intestinos, ela é particularmente benéfica, curando a prisão de ventre, contribuindo assim para livrar o organismo das massas putrefactas.
Rejuvenescimento progressivo é outro dividendo que seguramente se recolhe. A respiração abdominal também é utilizada como elemento principal em regimes de emagrecimento. Atuando diretamente nas causas da obesidade, é o mais definitivo e sadio método de emagrecimento.
Depois de tudo isto saber, o leitor pode estar ansioso pelo "mapa da mina", isto é, a técnica da respiração diafragmática. Vamos a ela.
Antes de qualquer outra coisa, faz-se imprescindível restaurar os movimentos naturais do diafragma, perdidos em massas de gordura, sufocados por cinturões apertados, esmagado por vísceras crescidas. Sem este exercício preliminar, nada pode ser obtido e nada deve ser tentado.
A) Ativação do diafragma
Trata-se de exercício puramente mecânico. Nele ainda não nos preocupamos propriamente com a respiração. Sentado ou em pé, tendo previamente esvaziado os pulmões, movimente a barriga para diante e para trás sob a ação do diafragma. Desde este primeiro exercício você deve habituar-se a manter sua atenção no que esta fazendo. Comece com um minuto no primeiro dia e vá acrescentando um nos dias subseqüentes até atingir cinco. Não use de violência, pois poderá vir a sentir alguma dor, a qual devera passar com o repouso. Evite a prática se o estomago estiver cheio. Para maior facilidade, de pé, incline o tronco um pouco para frente, apoiando as mãos nas coxas um pouco acima dos joelhos.

B) Limpeza do pulmão
O pulmão é como uma esponja que se deve embeber, não de água, como a esponja comum, mas de ar. A cada inspiração se enche de ar que depois será lançado fora quando os músculos respiratórios se relaxem na expiração. Comumente, tanto a inspiração como a expiração não são feitas com todo o pulmão, mas apenas com um terço, assim a esponja só funciona numa sua terça parte. Que acontece com o restante? Uma coisa bem nociva: boa quantidade de ar fica estagnada, sem renovação, sujeita portanto a deteriorar-se e deteriorar o próprio pulmão e, portanto, toda a saúde.
Precisamos, portanto, aprender esta prática higiênica tão pouco conhecida e tão útil, qual seja a de expulsar do pulmão o ar residual e fermentado. Aprendemos a espremer ao Maximo a esponja.
Suponhamos que você já aprendeu a movimentar o diafragma. Expulse todo o ar, ajude com uma pequena tosse e complete puxando aquele músculo para cima e comprimindo a musculatura abdominal, o que será conseguido com o encolher ao maximo o abdômen como que desejando encostar o umbigo às costas. É prudente lembrar que isso não deve ser feito de estomago cheio.

C) Exercício de respiração diafragmática
Tendo readquirido a natural movimentação diafragmática, mercê de um exercício anterior, puramente mecânico, temos agora que a isto associar o movimento da respiração, coisa que, à primeira vista, parece fácil, mas que não é, devido a uns tantos desnaturados automatismos respiratórios adquiridos, bem como pela interferência perturbadora de certos estados psicológicos.
Deite-se sobre as costas, em superfície dura (no assoalho forrado), encolha as pernas, conservando os joelhos altos e juntos, mas os pés afastados. Descanse a mão sobre o abdômen, afrouxando todos os músculos. Proceda à limpeza do pulmão. Assim, o abdômen deve estar retraído ao Maximo e assim o conserve até que se sinta "impulsionado" a inspirar, quando então o abdômen tende a expandir-se. Agora então solte-o e deixe o ar entrar. Concomitantemente, o abdômen se eleva, arrastando o diafragma, que por sua vez puxa a base do pulmão, e dessa forma o ar que entrou pelas narinas vem encher este órgão. Para a exalação, novamente o abdômen se abaixa, suspendendo o diafragma, enquanto para fora vai o ar.
"Durante o processo, o abdômen é o único que se movimenta, já que o peito permanece praticamente imóvel. Mas este movimento do abdômen, repetimos, quando se consegue fazer corretamente o exercício, não é a própria pessoa (eu consciente) quem dirige e aciona. É obra exclusiva do diafragma (mente instintiva), o qual o praticante deve limitar-se a seguir com atenção em sua natural, livre e espontânea movimentação. Em realidade, não é a pessoa quem faz o exercício respiratório, mas é a própria vida que nele respira, limitando-se a pessoa a permitir, observar e seguir com atenção o processo natural de respirar que em seu interior tem lugar." (A. Blay, "Hatha Yoga"; Editorial Ibérica, s.a.; Barcelona.)
Esse exercício pode ser realizado sem restrições. Qualquer pessoa sadia ou enferma, jovem ou idosa, pode praticá-lo e na dosagem que desejar. Para os melhores resultados, deve o praticante observar que:
a) Às narinas não cabe puxar o ar. Se há alguma solicitação do ar, esta cabe àquela área posterior ao nariz e anterior à faringe, lugar aproximado da glândula pituitária. O nariz é a entrada natural do ar, pois esta aparelhado para filtrá-lo, purificá-lo e aquecê-lo. A respiração pela boca, só em raros exercícios. Mas no exercício presente o nariz serve de passagem tão-somente. À sua passagem, o ar fresco estimula e esfria a mucosa e ao ser expelido vem aquecê-la.
b) A respiração é calmíssima. Uma pessoa profundamente adormecida dá-nos uma idéia daquilo que devemos realizar.
c) Depois de certo progresso na técnica, as pernas podem ficar estendidas, e não mais flexionadas, aproximando-se daquilo que se denomina relaxamento completo, objeto de estudos adiante feitos.
d) Sua atenção alerta e ininterrupta deve acompanhar a suave e profunda ondulação do ventre, o entrar-e-sair do alento. Dizemos alento e não ar atmosférico, pois, a partir daqui, cada vez que inspirarmos (puraka) devemos mentalizar o prâna, que é vida, paz, saúde, energia, alegria, enfim, tudo de que precisamos para sermos felizes.
e) Bem dissemos que a atenção deve acompanhar, pois o praticante somente experimentará as sensações de descanso, liberdade, espontaneidade, leveza, alegria e paz se se abandonar à vida que nele penetra, sem interferir voluntariamente no processo. Deve deixar que a respiração, vinda do plano profundo do eu, chegue à superfície e se harmonize no plano consciente.
f) Esta pratica lhe será proveitosa:1) no relaxamento; 2) ao deitar-se para dormir; 3) nos momentos de tensões e conflitos emocionais; 4) quando se sentir mentalmente cansado; 5) na fase preparatória de qualquer trabalho intelectual.
g) As pessoas que se acham presas à cama podem e devem praticar a respiração abdominal. Isto só lhes prestará benefícios.
h) O bom êxito depende da correta posição do corpo, do relaxamento e da atitude mental.
Efeitos psicológicos: Tranquilização de crises emocionais; correção da habitual divagação mental; sensação de vivência deliciosa e profunda. Cura insônias.
Efeitos fisiológicos: repouso geral, especialmente para os sistemas nervosos cerebrospinal e vago-simpatico; perfeita irrigação sanguinea; regularização de todas as funções vegetativas, com a mais profunda pranificação do corpo sutil.

José Hermógenes de Andrade Filho

Você poderá gostar de Magia no dia a dia

Rito Ancestral


O propósito deste rito básico é conectar o leitor às correntes espirituais que lhe foram transmitidas por sua carga genética, alinhando-o às memórias ancestrais adormecidas em seu interior.
Itens necessários:
1. Um óleo. Deve ser algo da família da menta. Poejo é excelente. Na falta de óleo, serve qualquer coisa "mentolada". É necessário que o aroma seja aplicado à pele, para que possa senti-lo durante o ritual. O cheiro de menta estimula os centros de memória.
2. Uma vela. Deve ser de cor simbólica, associada a seus ancestrais. Se não lhe ocorrer nada, use então uma vela vermelha, pois esta tem a associação com os elos sangüíneos.
3. Incenso (se o ritual for realizado ao ar livre, utilize um incenso lunar com cânfora, que é um catalizador do material astral). Não use incenso caso pratique o ritual dentro de casa, pois ele anularia o aroma da menta. A fumaça do incenso deve se elevar ao éter, "carregando" consigo suas palavras ao plano astral.
4. Um mito: algo associado a sua herança étnica. Escolha um mito ou lenda favorito - há uma razão metafísica para que aquela história seja interessante a você.
5. Ícones, símbolos ou algo que reflita a cultura da qual deseja despertar suas memórias. Uma foto, ou pintura, serve, mesmo que seja a capa de um livro. Posicione esse objeto em local visível, perto da vela.
6. Uma oferenda. Normalmente, consiste de uma mistura de vinho tinto e mel, em partes iguais. Será despejado como libação ao final do ritual. Pode-se ainda ofertar flores ou ervas associadas a seus ancestrais; nesse caso, você as plantará num vaso ou no solo como oferenda.

Como Fazer:
1. Agora você já está pronto para começar. Este ritual é mais eficaz quando praticado ao ar livre e à noite, sob as estrelas. A noite de lua cheia é ideal, obviamente. Sente-se em local tranqüilo, afirme que seu propósito é o de alinhar-se a suas memórias ancestrais interiores, e acenda a vela. A seguir, unte-se com o óleo, seguindo o padrão do pentagrama: * testa * peito direito * ombro esquerdo * ombro direito * peito esquerdo * testa.
2. Sente-se então diante da vela acesa a visualize um período do tempo com o qual deseja se conectar. Visualize o tipo de roupa que era utilizado então com seu olho mental. Traga à mente quaisquer imagens que o auxiliem a "sintonizar-se" com o alinhamento. Se houver bebidas e alimentos tradicionais associados a seus ancestrais, você pode melhorar o rito através de seu consumo (você é o que você come).
3. Em seguida, comece a ler em voz alta seu mito ou lenda. Leia à luz da vela como se esta fosse uma pessoa, olhando de vez em quando para a chama ao terminar uma sentença. A chama é o portal, a substância etérea animadora do rito. O fogo simboliza a paixão e a energia; paixão e energia são termos associados ao sangue, o elo, o portal para o passado, dentro e fora de você.
4. Ao terminar de ler sua lenda, segure a libação entre as mãos, feche seus olhos e respire profunda e lentamente por três vezes, exalando completamente entre cada inspiração (sobre a libação). Abra seus olhos e então derrame metade da libação sobre o solo como oferenda, deixando a outra metade no recipiente para as "Fadas".
5. O rito está completo, e tudo o que você precisa fazer agora é permitir que as memórias venham por si mesmas. Você descobrirá que este rito aumenta sua habilidade de criar rituais e fazer várias ligações ao estudar e pesquisar. Unte-se com o óleo de menta antes para intensificar a recuperação de memória.
Praticantes com mais experiência podem desejar energizar as velas e o óleo com suas próprias cargas energéticas, e escolher uma noite na qual a lua esteja bem aspectada para trabalhos psíquicos.
Sinta-se à vontade para modificar este rito como melhor lhe aprouver.

Fonte:
Grimassi, Raven.
Os Mistérios Wiccanos.


Você poderá gostar de Magia no dia a diaEditora Gaia, 2000.

Searching...



http://magianodiaadia.blogspot.com/

A Felicidade Não Está Onde Se Procura



Nasrudin encontrou um homem desconsolado sentado à beira do caminho e perguntou-lhe os motivos de tanta aflição.
"Não há nada na vida que interesse, irmão", disse o homem. "Tenho dinheiro suficiente para não precisar trabalhar e estou nesta viagem só para procurar algo mais interessante do que a vida que levo em casa. Até agora, eu nada encontrei."

Sem mais palavra, Nasrudin arrancou-lhe a mochila e fugiu com ela estrada abaixo, correndo feito uma lebre. Como conhecia a região, foi capaz de tomar uma boa distância.
A estrada fazia uma curva e Nasrudin foi cortando o caminho por vários atalhos, até que retornou à mesma estrada, muito à frente do homem que havia roubado. Colocou a mochila bem do lado da estrada e escondeu-se à espera do outro.
Logo apareceu o miserável viajante, caminhando pela estrada tortuosa, mais infeliz do que nunca pela perda da mochila. Assim que viu sua propriedade bem ali, à mão, correu para pegá-la, dando gritos de alegria.
"Essa é uma maneira de se produzir felicidade", disse Nasrudin.
Contos do mestre Sufi Nasrudin

Você poderá gostar de Magia no dia a dia

Glossário Budista


Bodhi (sânscrito) — Literalmente significa "Despertado". É descrito como o auto-despertar da Natureza Búdica ou Essência de Buda, vislumbre interior do vazio essencial dos mundos.
Bodhichitta (sânscrito) — A Mente Búdica; a mente da iluminação.
Bodhidharma O primeiro patriarca do budismo Ch'an e o vigésimo oitavo patriarca do budismo Indiano. Ele chegou da Índia na China por volta do sexto século; Ele foi o Patriarca referido no famoso kung-an "Qual era o Significado da vinda do Patriarca do Ocidente".
Bodhisattva (sânscrito) — Literalmente um "ser iluminado"; em geral, é uma pessoa procurando a Essência Búdica, mas procurando-a altruisticamente; se monástico ou laico, um indivíduo procura a iluminação para iluminar outros, e ele ou ela sacrificar-se-ão para salvar outros; é destituído de egoísmo e devotado a ajudar outros. Tendo a Natureza Búdica, todos os seres conscientes são naturalmente bodhisattvas mas requerem desenvolvimento.
Buda Shakyamuni"O sábio da tribo dos Shakyas"; muni significa um sábio, uma pessoa santa, ou monge, quer dizer que é alguém benevolente, caridoso, bom e compassivo. Ele foi o fundador do budismo e nasceu na Índia há 2.500 anos atrás.
Cinco Dinastias (907-960) - O último Liang, O último Tang, O último Chin, O último Han e O último Chou.
Co-produção condicionada (em sânscrito, Pratitya-samutpada) O ensinamento central de todas as escolas budistas. Ele afirma que todos os fenômenos mentais e físicos constituindo a existência individual são interdependentes e mutuamente condicionados uns aos outros; ao mesmo tempo, isto descreve que os seres sencientes se emaranham no samsara.
Dez direções - Os oito pontos da bússola acrescidos do nadir e do zênite.
Dharma (sânscrito) — O coração da percepção budista da realidade de nossa função dentro de tal realidade, usada em vários significados da lei cósmica subjacente ao nosso mundo; o ensinamento de Buda; a conduta moral e regras éticas; a realidade das questões em geral; coisa; fenômeno; conteúdo mental, objeto do pensamento, idéia — a reflexão de algo na mente humana; termo para os chamados fatores de existência, que é considerado como o alicerce da construção da personalidade empírica e seu mundo.
Kalpa (sânscrito) — Período de tempo de incalculável duração. Um kalpa também se refere a um fabuloso período de tempo e o intervalo entre a criação e a total aniquilação de um mundo ou de um universo.
Karma (sânscrito) — Literalmente significa "feito" ou "ação"; lei universal de causa e efeito. De acordo com o ponto de vista budista: Um ato intencional produz um efeito sob certas circunstâncias; quando o efeito está maduro então ele recai sobre o responsável.
Kung-an (em japonês, koan) — Literalmente "documento público"; originalmente significa que um caso legal constitui um precedente. No Ch'an, um kung-an é uma frase de um sutra ou ensinamento na realização Ch'an, um episódio da vida de um velho mestre, cada um apontando para a natureza da realidade última. O essencial num kung-an é o paradoxo, isto é, aquilo que está ‘além do pensamento', que transcende a lógica ou os conceitos. Uma vez que ele não pode ser resolvido pela razão, ele não é um enigma. Resolver um kung-an requer um salto para outro nível de compreensão.
Mahayana (sânscrito) — "o grande veículo"; a maior seita do budismo que ensina a doutrina da salvação universal através dos esforços dos bodhisattvas. Ela é a forma de budismo que prevalece na China, Coréia, Japão e Tibete, também conhecida como budismo do Norte em oposição ao budismo do Sul do Sri Lanka, Tailândia e Burma.
Não-mente (chinês, wu-hsin; japonês, mu-shin) Uma expressão de desprendimento da mente, um estado de completa naturalidade e liberdade fora do dualístico pensar e sentir.
Nirvana (sânscrito) — O objetivo da prática espiritual em todas as ramificações do budismo. No entendimento dos primórdios do budismo, ele é a saída do ciclo de renascimentos e a entrada em um modo de existência inteiramente diferente. Isto significa liberdade dos efeitos determinantes do karma e é um estado que pode ser desfrutado na presente vida.
Prajna (sânscrito) — Sabedoria; uma noção central do Mahayana se referindo a uma imediata experiência de sabedoria intuitiva que não pode ser comunicada por conceitos ou em termos intelectuais. A realização do Prajna é freqüentemente equiparada com o alcance da iluminação e é um dos objetivos essenciais do estado búdico.
Samsara (sânscrito) — Literalmente significa "viajando". O ciclo de existências, uma sucessão de renascimentos que um ser segue através de vários modos de existências até que alcance a liberação e atinja o nirvana. O karma do ser é que determina o tipo de renascimento que ele terá.
Sangha (sânscrito) — A comunidade budista; num sentido restrito a Sangha consiste de monges, monjas e noviços que devotam suas vidas às práticas budistas, com o objetivo de alcançar a iluminação por transcender o samsara e realizar o nirvana. Representa um estilo de vida de acordo com os padrões determinados por Buda a si mesmo, como um caminho do meio entre os extremos do ascetismo e da sensualidade. De uma perspectiva mais ampla, a Sangha também inclui os seguidores laicos. A Sangha é uma das Três Jóias.
Shastra (sânscrito) — Comentários ou tratados sobre as escrituras budistas (sutras).
Sutra (sânscrito) — "Linhas" ou o que é traçado junto; as escrituras sagradas do budismo.
Sutra Lótus - O texto básico da Escola T'ien-t'ai, uma das oito escolas do budismo Chinês. Este texto exerce uma profunda influência no desenvolvimento da doutrina budista no Tibet, China e Japão.
Tathagata (sânscrito) — "Ido" assim como "vindo", referindo-se ao fato de que Buda ia e vinha no Caminho da iluminação; um dos dez títulos de Buda usado pelos seus seguidores, e também usado pelo próprio Buda como uma forma de auto-referência.
Terra Pura (chinês, ching-t'u; japonês, jodo) também conhecida como Reino-de-Buda; de acordo com o budismo Mahayana existem incontáveis Budas e incontáveis terras puras. De acordo com a crença popular, estas terras puras são lugares onde, geograficamente, se encontra bem-aventurança; contudo, fundamentalmente, eles se apresentam por aspectos de estado da mente desperta.
Três Jóias (em sânscrito, Triratna) — Os três componentes essenciais do budismo: o Buda, o Dharma e a Sangha; isto é, O Despertado, a Verdade exposta por ele, e os seguidores vivendo de acordo com esta Verdade. As Três Jóias são objetos de veneração. Os budistas buscam refúgio nelas pelo pronunciamento das três fórmulas do refúgio, o que os faz serem reconhecidos como budistas.
Três Mundos (em sânscrito, Triloka) 1) O reino do desejo sensual inclusive da sexualidade e do alimento, envolvendo os seis céus de desejo do mundo humano, e os vários infernos; 2) o reino da forma ou do que é substancial e resistente; situado acima do mundo da luxúria, ele contém corpos, lugares, e fenômenos que são misticamente maravilhosos — uma concepção semi-material; aqui o desejo por sexualidade e por alimento desaparece, mas a capacidade para o deleite continua. Ele tem dezoito céus; 3) o reino sem forma de puro espírito sem corpos, lugares ou coisas para os quais os termos humanos se aplicam; aqui a mente vive em contemplação mística.
Vimalakirti (sânscrito) — Vimalakirti é o personagem principal do Sutra Vimalakirti. Ele é um rico e alto praticante leigo budista cultivado que vive em meio à vida mundana enquanto trilha no Caminho dos bodhisattvas.
Yana (sânscrito) — Um veículo, termo aplicado ao budismo como o significado pelo qual o praticante viaja pelo Caminho para a iluminação. Os diferentes veículos visam a "jornada" espiritual que difere com a atitude básica do praticante e os meios de fazer progresso no caminho. Existem categorias de um, dois, três, quatro e cinco. As divisões mais comuns são dois e três yanas.
Yogachara (sânscrito) — Uma escola budista da tradição Mahayana fundada por Asanga durante o quarto século. A noção central do Yogachara é de que as coisas existem somente como processos do conhecimento, não como "objetos"; qualquer coisa fora do processo do conhecimento não tem realidade.

Fonte

Você poderá gostar de Magia no dia a dia

Fim do Mundo?


Segundo uma profecia do século XII, o actual líder da Igreja Católica, Bento XVI é um papa "relacionado com a oliveira". A mesma profecia ainda prevê a existência de apenas mais um pontífice antes do fim do mundo.

A previsão, citada e frequentemente contestada, é atribuída a São Malaquias, um arcebispo irlandês reconhecido por membros da Igreja Católica por sua habilidade de prever o futuro e que foi canonizado há mais de 800 anos.
Naceu en Armagh, Irlanda, em 1094 pertencia a uma familia O'Morgair. Foi baptizado com o nome de Maelmhaedhoc (latinizado como Malaquías). Foi ordenado sacerdote por São Cellach (Celsus) en 1119.
Depois de sua ordenação continuou seus estudos de liturgia e teologia em Lismore, São Malchus. Em 1123 foi eleito abade de Bangor e, um ano mais tarde, foi consagrado bispo de Connor. En 1132, foi elevado a primaz de Armagh. São Bernardo diz-nos que São Malaquías possuía um grande zelo pela religião e pela espiritualidade.
.Após a morte de São Celsus, São Malaquias foi nomeado Arcebispo de Armagh en 1132.
Foram atribuidos a ele muitos milagres durante a sua vida religiosa e, era dotado do dom da profecia. Foi canonizado pelo Papa Clemente III, a 6 de Julho de 1199. Sua festa é celebrada a 3 de Novembro.

Profecias de São Malaquias
Sobre sua morte:
Segundo nos relata San Bernardo, Saão Malaquias anunciou o dia exacto de sua morte (2 de novembro) estando com ele na abadia de Clairvaux.
Sobre a Irlanda:
Anunciou que a Irlanda, sua pátria, seria oprimida e perseguida pela Inglaterra, trazendo-lhe calamidades durante 7 séculos, porém que havia preservar a fidelidade a Deus e à Sua Igreja. Por fim seria libertada e seus opressores seriam então castigados. Irlanda católica seria instrumental no regresso da Inglaterra à fé.
Profecia sobre os papas:
A mais famosa das profecias atribuídas a São Malaquias é, sem dúvida, a que se refere aos Papas. Está composta por "lemas" para cada um dos 112 Papas, desde Celestino II, eleito em 1130, até ao fim do mundo.
São Malaquias teria tido uma visão durante uma viagem a Roma por volta de 1139 a respeito dos 112 papas que assumiriam o comando da Igreja antes do Julgamento Final, quando, segundo a Bíblia, Deus separará os bons dos maus.
O actual papa Bento XVI, de acordo com a profecia, constitui o penúltimo papa, é o número 111 da lista e é descrito no texto como sendo "gloria olivae — a glória da oliveira", . Em que sentido o actual papa será "a glória da oliveira"? Como o ramo de oliveira é melhor conhecido símbolo da paz, presumivelmente a glória da oliveira é a paz. Assim, a frase sugere que o actual papa será um homem comprometido com a promoção da paz.
O próximo papa será o de número 112 dessa lista e é descrito no texto como sendo o "Pedro o Romano". O último papa na lista das profecias papais de Malaquias é dado não por um mote, mas por um nome que não pode ser ambíguo, "Petrus Romanus — Pedro o Romano". O nome é seguido de uma breve descrição de seu pontificado que vai até o julgamento final e a destruição da Terra. "Na perseguição final da Igreja Católica reinará Pedro, o Romano, que alimentará seu rebanho em meio a muitas tribulações, depois das quais (Roma ) a cidade das sete colinas será então destruída e um terrível juiz julgará o povo. Fim."
Quem será "Pedro, o Romano"? E porque receberá um nome ao invés de um mote como os outros 111 papas anteriores? Será Pedro, o Romano alguém que nasceu em Roma ou um líder da igreja que passou a maior parte de sua vida em Roma, servindo à Cúria Vaticana? Nós não sabemos. Precisamos aguardar para ver. Mas penso que o mais significativo na frase "Pedro, o Romano" é a descrição da natureza de seu pontificado.
Como descrição de seu pontificado, a frase "Pedro, o Romano" sugere que esse papa reafirmará a autoridade papal sobre Igreja Católica. A expressão também indica que esse papa reafirmará Roma como o local do assento da autoridade da Igreja e requerer a fé e o reconhecimento "da sagrada, Católica e apostólica Igreja Romana como a mãe e mestra de todas as igrejas." (como expresso na profissão de fé do Vaticano)
Seu predecessor, o papa da paz, enfatizará o bem e outras crenças e forçar a unidade religiosa de toda humanidade sob a liderança espiritual do Papa. Mas Pedro, o Romano, trabalhará para assegurar a supremacia da fé Católica Romana e Igreja Católica Romana sobre todas as outras religiões e denominações. Sua autoridade será sobre todos os cristãos e sobre todos os povos do mundo. Parece que a paz promovida pelo 111º. Papa será seguida por uma tempestade quando vier o último papa.
Existem semelhanças muito interessantes entre as previsões de São Malaquias e os papas. João Paulo II, por exemplo, foi descrito pela profecia como "de labore solis" (do trabalho do Sol).
João Paulo II nasceu em 18 de maio de 1920, mesmo dia de um eclipse solar. E foi enterrado em 8 de abril passado, quando um eclipse parcial pôde ser visto nas Américas. Alguns lêem a previsão relacionada com o papa morto neste mês de forma menos literal. Ela se referiria ao local de nascimento dele, a Polônia, que fica no Leste Europeu. O Sol nasce no leste.
Uma coisa é certa, de acordo com a profecia de São Malaquias, falta apenas mais um papa (o Papa 112) , aquele que virá após Bento XVI. Será durante o próximo papado que virá o fim do mundo? De acordo com a profecia de São Malaquias é exactamente isso que ele disse. Resta, portanto, esperar para ver.

Fonte

Você poderá gostar de Magia no dia a dia

Bruxas


Não se sabe a exata origem das Bruxas, constam relatos de que elas existam desde os primórdios da humanidade. Há duas teorias para a existência de tais seres:

1) As práticas de bruxaria envolvem rituais simbólicos desde os tempos neolíticos. A primeira demonstração da arte de devoção foi encontrada em cavernas do período neolítico, onde havia ilustrações dos rituais de adoração às deusas da fertilidade dos povos primitivos.

Dessa forma, as experiências visionárias, rituais de caça e cerimônias de cura sempre estiveram presentes nos símbolos e metáforas de cada cultura. Na Grã-Bretanha as sacerdotisas druidas estavam divididas em três classes. As que viviam em conventos num regime de celibato eram as da classe mais alta. As outras duas classes, que eram das sacerdotisas, podiam se casar e viver nos templos ou com os maridos e família. Com a era do cristianismo, foram denominadas “Bruxas” e perseguidas por muito tempo.

2) Durante a Idade Média toda e qualquer mulher que conseguia poder, passavam gradativamente a ser considerada bruxa. Bruxa em sânscrito significa “mulher sábia”. As bruxas eram denominadas sábias, até a Igreja lhes atribuir o significado secundário de mulheres dominadas por instintos inferiores.

Sem mito algum, as bruxas eram apenas mulheres que conheciam e entendiam do emprego de ervas medicinais para cura de enfermidades, e colocavam em prática seus conhecimentos nos vilarejos onde habitavam.
Com a chegada do Cristianismo, começando a imperar a era patriarcal, as mulheres foram colocadas em segundo plano e tidas como objetos de pecado utilizados pelo diabo.
Muitas mulheres não aceitaram essa identificação e rebelaram-se. Essas, dotadas de poder espiritual, começaram a obter novamente o prestígio que haviam perdido o que passou a incomodar o poder religioso. Assim acusar uma mulher de bruxaria ficou fácil, bastava uma mulher casada perder a hora de acordar, que o marido a acusava de estar sonhando com o demônio.

Perseguição às bruxas

Durante o século X e XII as bruxas ressurgiram, nesse período realizaram vários processos contra elas, promovidos pelo poder civil. No entanto, tal questão veio assumir um aspecto dramático a partir do século XIV, momento em que a Igreja Católica implantou os tribunais da Inquisição com o intuito de reprimir, tanto a disseminação das seitas heréticas como a prática de magia e outros comportamentos considerados pecaminosos. Nesse período, o fenômeno se caracterizou como manifestação coletiva, de profunda repercussão no direito penal, na vida religiosa, na literatura e nas artes. Dessa forma, para que a repressão fosse eficaz, os tribunais de Inquisição se proliferaram, e os processos aumentaram rapidamente.

Segundo os teóricos do assunto, a epidemia de bruxas ocorreu nos séculos XVI e XVII, no norte da França, no sul e oeste da Alemanha e em especial na Inglaterra e na Escócia, a perseguição às bruxas foi metódica e violenta. Os colonizadores ingleses levaram esse procedimento para a América do Norte, onde, em 1692, ocorreu o famoso processo contra as bruxas de Salém, em Massachusetts. Normalmente, acusavam-se as bruxas velhas, e com menor freqüência as jovens.

A maioria das acusações se referia a malefícios contra a vida, a propriedade e a saúde. Também constavam denúncias de pactos com o diabo. Segundo as denúncias, as bruxas montadas em vassouras voavam pelos ares e se reuniam em lugares inabitados para celebrar a satanás e entregar-se a orgias. O iluminismo do fim do século XVII e do século XVIII, que era caracterizado pelo espírito científico e pelo racionalismo, contribuiu para o fim desse processo e para que não mais se admitisse perseguição judiciária em casos de superstições populares.

Texto de Eliene Percília

Você poderá gostar de Magia no dia a dia

22 formas curiosas de prever o futuro



Aeromancia: adivinhação pela obsevação do ar
Acutomancia: leitura da sorte feita com agulhas
Cafeomancia: leitura através da borra de café depositada na xícara de quem consulta
Caomancia: previsão do futuro pela observação de imagens aéreas
Capnomancia: adivinhação pela fumaça liberada por queima ritualística
Catroptomancia: adivinhação por espelhos
Ceromancia: leitura da sorte através de desenhos feitos de cera, que deve ser pingada ainda líquida em uma superfície seca
Cleromancia: adivinhação por dados
Cristalomancia: adivinhação por cristais
Cromniomancia: adivinhação por cebolas
Dactilomancia: adivinhação pela observação dos anéis usados pelo consulente
Dendromancia: observação de árvores derrubadas
Escarpomancia: leitura da sorte baseada no estudo dos sapatos do consultador
Heteromancia: previsões pela observação do vôo das aves
Hidromancia: observação da água
Ichtiomancia: observação de sinais nas entranhas dos peixes
Margaritomancia: adivinhação por pérolas
Necromancia: adivinhação através da observação da cabeça de um cadáver ou pela invocação das almas
Ofdiomancia: interpretação dos movimentos das serpentes
Oinomancia: adivinhação pelo vinho
Ovomancia: adivinhação através de ovos
Piromancia: leitura da sorte pelo fogo

Você poderá gostar de Magia no dia a dia

Timo: a chave da energia vital



No meio do peito, bem atrás do osso onde a gente toca quando diz "eu", fica uma pequena glândula chamada timo.

Seu nome em grego, thýmos, significa energia vital. Precisa dizer mais? Precisa, porque o timo continua sendo um ilustre desconhecido. Ele cresce quando estamos contentes, encolhe pela metade quando estressamos e mais ainda quando adoecemos.

Essa característica iludiu durante muito tempo a medicina, que só conhecia através de autópsias e sempre o encontrava encolhidinho. Supunha-se que atrofiava e parava de trabalhar na adolescência, tanto que durante décadas os médicos americanos bombardeavam timos adultos perfeitamente saudáveis com megadoses de raios X achando que seu "tamanho anormal" poderiam causar problemas.

Mais tarde a ciência demonstrou que, mesmo encolhendo após a infância, continua totalmente ativo; é um dos pilares do sistema imunológico, junto com as glândulas adrenais e a espinha dorsal, e está diretamente ligado aos sentidos, à consciência e à linguagem. Como uma central telefônica por onde passam todas as ligações, faz conexões para fora e para dentro.

Se somos invadidos por micróbios ou toxinas, reage produzindo células de defesa na mesma hora. Mas também é muito sensível a imagens, cores, luzes, cheiros, sabores, gestos, toques, sons, palavras, pensamentos. Amor e ódio o afetam profundamente. Idéias negativas têm mais poder sobre ele do que vírus ou bactérias. Já que não existem em forma concreta, o timo fica tentando reagir e enfraquece, abrindo brechas para sintomas de baixa imunidade, como
herpes. Em compensação, idéias positivas conseguem dele uma ativação geral em todos os poderes, lembrando a fé que remove montanhas.

O teste do pensamento:

Um teste simples pode demonstrar essa conexão.

Feche os dedos polegar e indicador na posição de o.k, aperte com força e peça para alguém tentar abrí-los enquanto você pensa " estou feliz". Depois repita pensando " estou infeliz".

A maioria das pessoas conserva a força nos dedos com a idéia feliz e enfraquece quando pensa infeliz. (Substitua os pensamentos por uma bela sopa de legumes ou um lindo sorvete de chocolate para ver o que acontece...)

Esse mesmo teste serve para lidar com situações bem mais complexas.

Por exemplo, quando o médico precisa de um diagnóstico diferencial, seu paciente tem sintomas no fígado que tanto podem significar câncer quanto abcessos causados por amebas. Usando lâminas com amostras, ou mesmo representações gráficas de uma e outra hipótese, testa a força muscular do paciente quando em contato com elas e chega ao resultado.

As reações são consideradas respostas do timo e o método, que tem sido demonstrado em congressos científicos ao redor do mundo, já é ensinado na Universidade de São Paulo (USP) a médicos acupunturistas.

O detalhe curioso é que o timo fica encostadinho no coração, que acaba ganhando todos os créditos em relação a sentimentos, emoções, decisões, jeito de falar, jeito de escutar, estado de espírito..." Fiquei de coração apertadinho", por exemplo, revela uma situação real do timo, que só por reflexo envolve o coração. O próprio chacra cardíaco, fonte energética de união e compaixão, tem mais a ver com o timo do que com o coração- e é nesse chacra que, segundo os ensinamentos budistas, se dá a passagem do estágio animal para o estágio humano.

"Lindo!", você pode estar pensando, "mas e daí?".

Daí que, se você quiser, pode exercitar o timo para aumentar sua produção de bem estar e felicidade.

Como? Pela manhã, ao levantar, ou à noite, antes de dormir.

a).. Fique de pé, os joelhos levemente dobrados. A distância entre os pés deve ser a mesma dos ombros. Ponha o peso do corpo sobre os dedos e não sobre o calcanhar, e mantenha toda a musculatura bem relaxada.

b).. Feche qualquer uma das mãos e comece a dar pancadinhas contínuas com os nós dos dedos no centro do peito, marcando o rítimo assim: uma forte e duas fracas. Continue entre três e cinco minutos, respirando calmamente, enquanto observa a vibração produzida em toda a região torácica.
O exercício estará atraindo sangue e energia para o timo, fazendo-o crescer em vitalidade e beneficiando também pulmões, coração, brônquios e garganta. Ou seja, enchendo o peito de algo que já era seu e só estava esperando um olhar de reconhecimento para se transformar em coragem, calma, nutrição emocional, abraço.

Ótimo, ìntimo, Cheio de estímulo. Bendito Timo.

Da jornalista e pesquisadora Sonia Hirsch

Você poderá gostar de Magia no dia a dia

Sabbats & Equinoxes



http://magianodiaadia.blogspot.com/

Você sabe tomar decisões?


Um grupo de crianças brinca próximo a duas vias férreas, uma das vias ainda está em uso e a outra está desativada. Apenas uma criança brinca na via desativada, as outras na via em operação. O trem está vindo e você está exatamente sobre aquele aparelho que pode mudar o trem de uma linha para outra. Você pode fazer o trem mudar seu curso para a pista desativada e salvar a vida da maioria das crianças. Entretanto, isto significa que a solitária criança que brinca na via desativada será sacrificada. Você deixaria o trem seguir seu caminho?

VOCÊ TEM QUE TOMAR UMA DECISÃO! O TREM NÃO PARARÁ ESPERANDO POR VOCÊ!



A maioria das pessoas escolherão desviar o trem e sacrificar só uma criança. Você pode ter pensado da mesma forma, eu acho.
Exatamente, salvar a vida da maioria das crianças à custa de uma só criança é a decisão mais racional que a maioria das pessoas tomariam, moralmente e emotivamente. Mas, você pensou que a criança que escolheu brincar na via desativada foi a única que tomou a decisão correta de brincar num lugar seguro?
Não obstante, ela tem que ser sacrificada por causa de seus amigos ignorantes que escolheram brincar onde estava o perigo.

Este tipo de dilema acontece ao nosso redor todos os dias. No escritório, na comunidade, na política... E especialmente numa sociedade democrática, a minoria freqüentemente é sacrificada pelo interesse da maioria, não importa quão tola ou ignorante a maioria seja e nem a visão de futuro e o conhecimento da minoria.
Além do mais, se a via tinha sido desativada, provavelmente não era segura. Se você desviou o trem para a outra via, colocou em risco a vida de todos os passageiros. E em sua tentativa de salvar algumas crianças sacrificando apenas uma, você pode acabar sacrificando centenas de pessoas.

Se estamos com nossas vidas cheias de fortes decisões que precisam ser tomadas, nós não podemos esquecer que decisões apressadas nem sempre levam ao lugar certo.

Lembre-se de que o que é correto nem sempre é popular... e o que é popular nem sempre é correto. E que todo o mundo comete erros; foi por isso que inventaram a borracha e o apagador.


Pense nisso!!!!

Você poderá gostar de Magia no dia a dia


A Última Viagem


Era tarde da noite, quando o taxista recebeu o chamado. Dirigiu-se para a rua e número indicados. Tratava-se de um prédio simples, com uma única luz acesa no andar térreo. Ele pensou, logo, em buzinar e aguardar. Mas também pensou que alguém que chamasse o táxi, tão tarde, poderia estar com alguma dificuldade. Por isso, saiu do carro, foi até a porta e tocou a campainha. Ele ouviu som como de algo se arrastando, uma voz débil dizer:

“Estou indo. Um momento, por favor.”

Uma senhora idosa, pequena, franzina, com um vestido estampado, abriu a porta. Equilibrava-se em uma bengala, e, na outra mão, trazia uma pequena valise. Ele olhou para dentro e percebeu que todos os móveis estavam cobertos com lençóis.

“Pode me ajudar com a mala?” Disse a senhora.

Ele apanhou a mala e ajudou a passageira a entrar no táxi. Ela forneceu o endereço e pediu:

“Podemos ir pelo centro da cidade?”

“Mas o caminho que a senhora sugere é o mais longo”, observou o taxista.

“Não tem importância”, afirmou ela, resoluta. “Não tenho pressa. Desejo olhar a cidade, pela última vez. Estou indo para um asilo, porque não tenho mais família e o médico me disse que morrerei breve.”

O taxista, que começara a dar partida, desligou o taxímetro, sutilmente. Olhou para trás, fixou-a nos olhos e perguntou:

“Aonde mesmo a senhora gostaria de ir?”

E ele a levou até um prédio, na área central da cidade. Ela mostrou o edifício onde fora ascensorista, quando era ainda mocinha. Depois, foram a um bairro onde ela morou, recém-casada, com seu marido. Apontou, mais adiante, o clube onde dançou, com seu amor, muitas vezes. De vez em quando, ela pedia que ele fosse mais devagar ou parasse em frente a algum edifício. Parecia olhar na escuridão, no vazio. Suspirava e olhava. Assim, as horas passaram e ela manifestou cansaço:

“Por favor, agora estou pronta. Vamos para o asilo.”

Era uma casa cercada de arvoredo e, apesar do horário, ela foi recepcionada, de forma cordial por dois atendentes. Logo mais, já numa cadeira de rodas, ela se despediu do taxista.

“Quanto lhe devo?”

“Nada”, disse ele. “É uma cortesia.”

“Você tem que ganhar a vida, meu rapaz!”

“Há outros passageiros”, respondeu ele.

E, sensibilizado, inclinou-se e a envolveu em um abraço afetuoso. Ela retribuiu com um beijo e palavras de gratidão:

“Você deu a esta velhinha um grande presente. Deus o abençoe.”

Naquela madrugada, o taxista resolveu não mais trabalhar. Ficou a cismar:

“E se tivesse, como muitos, apenas tocado a buzina duas ou três vezes e ido embora? E se tivesse recusado a corrida, pelo adiantado da hora? E se tivesse querido encerrar o turno, de forma apressada, para ir para casa?”

Deu-se conta da riqueza que é ser gentil, dedicar-se a alguém. Dois dias depois, retornou à casa de repouso. Desejava saber como estava a sua passageira. Ela havia morrido, na noite anterior.
-------

Por vezes pensamos que grandes momentos são motivados por grandes feitos. Contudo, existem coisas mínimas que representam muito para uma vida. O importante é estar atento, a fim de não perder essas ricas oportunidades de dar felicidade a alguém. Mesmo que seja um simples passeio pela cidade, uma ida ao cinema, uma volta pelo jardim, um bate-papo num final de tarde, atender um telefonema na calada da noite. Pense nisso! E esteja atento para as coisas mínimas, os gestos quase insignificantes. Eles podem representar, para alguém, toda a felicidade.

Você poderá gostar de Magia no dia a dia

Como os signos lidam com a infidelidade


Áries (21/03 à 20/04)


O ariano é naturalmente impulsivo. Diante de uma traição, não mede suas ações e palavras. O melhor é que este nativo fique sabendo de sua traição por meio de outrem que coloque panos quentes. Depois de extravasar a raiva, pode até conversar com você numa boa, mas não se iluda. Dificilmente irá perdoá-lo (a).


Touro (21/04 à 20/05)

Autoconfiante, o taurino tem certeza de seu poder de sedução. Não há a menor chance de aceitar uma traição. Terá um ataque de nervos. De todos os signos, o taurino é o nativo mais possessivo e o que tem maior dificuldade em encarar este contratempo. Não tem volta!


Gêmeos (21/05 à 20/06)

Não suporta gente ciumenta afinal, é uma maneira de garantir a própria liberdade. Quando traído faz o maior escândalo, encerra o relacionamento e não dá qualquer esperança de reconciliação. Além de sentir-se indignado, perde a confiança em você, embora reconheça que poderia acontecer o mesmo com ele.


Câncer (21/06 à 21/07)

É o signo mais sensível, emotivo e introspectivo do Zodíaco. Como se entrega de corpo e alma aos relacionamentos, fica bastante deprimido quando descobre a infidelidade do (a) parceiro (a), demorando muito para se recuperar da decepção. Não espere pelo perdão.


Leão (22/07 à 22/08)

O nativo deste signo é vingativo. Ao saber de uma traição, o Leão age como se nada tivesse acontecido. Mas só se sente satisfeito quando paga na mesma moeda. É capaz de continuar a relação para na primeira oportunidade, deixar claro que não esqueceu a traição. Cuidado.


Virgem (23/08 à 22/09)

Essencialmente prático. Está sempre no controle da situação e deixa a parte sentimental em segundo plano. Ao se conscientizar de uma traição, descarta o(a) parceiro(a) num piscar de olhos. E não adianta querer se justificar. Ele se ocupará em outras atividades.


Libra (23/09 à 22/10)

O libriano é bastante justo. Quando traído, fica transtornado e não descansa enquanto não descobre os motivos que levaram a parceira a ficar com outro. O libriano quer entender o que aconteceu. Depois que a poeira baixar, aproxime-se e tente uma conversa franca. Vai valer a pena investir nisso!


Escorpião (23/10 à 21/11)

Assim como o leonino, o nativo de escorpião também é vingativo. Ao saber da infidelidade do (a) parceiro(a), finge desinteresse. Mas na verdade, planeja revidar de uma forma mais eficiente, pois é bastante frio para armar uma situação parecida. Não acredite se ele (a) lhe disse que
tudo são águas passadas.


Sagitário (22/11 à 21/12)

O sagitariano está sempre às voltas com considerações intelectuais, querendo descobrir o por quê dos problemas. Uma traição o (a) faria parar e refletir para entender os motivos que levaram seu (a) parceiro (a) a agir dessa forma. Um diálogo entre vocês seria bastante proveitoso e esclarecedor, mas não alimente expectativas. Ele (a) colocará um ponto final no relacionamento.


Capricórnio (22/12 à 20/01)

O capricorniano se dá muito valor e dificilmente se entrega por inteiro. Por isso, se o (a) parceiro (a) o (a) traísse, não teria dúvidas em tirá-la de sua vida. Mas a força aparente é no fundo, um escudo para esconder sua extrema fragilidade em lidar com esse tipo de situação. Magoado (a), disfarça o sentimento fingindo total indiferença.


Aquário (21/01 à 19/02)

A amizade caracteriza os relacionamentos do aquariano, que procura levar tudo na base da camaradagem. Diante de uma traição, este nativo tenta entender a atitude do (a) parceiro (a) e talvez, até se proponha a perdoá-la (o) no futuro.


Peixes (20/02 à 20/03)

A imprevisibilidade é a marca do nativo deste signo. Se for traído (a), pode reagir das formas mais variadas possíveis. Algumas vezes, acredita inclusive que é o (a) grande responsável pela infidelidade da (o) parceira (o). Outras, pode ser tomado (a) pela indignação e acabar o relacionamento na mesma hora. Mas, se ele (a) disser que a (o) perdoou, pode acreditar que vem do fundo do coração.

Você poderá gostar de Magia no dia a dia

Água



As pessoas com uma forte ênfase do elemento água são sentimentais e muito sensíveis. As suas capacidades emocionais e imaginativas são profundas e ricas.

Signos de Água: Câncer, Escorpião, Peixes
Você poderá gostar de
Magia no dia a dia

Ar



As pessoas de ar são rápidas e animadas. Usam as suas energias de formas muito variadas. Têm tendência para intelectualizar os seus sentimentos e expectativas.

Signos de Ar: Gémeos, Balança, Aquário
Você poderá gostar de Magia no dia a dia

Terra


As pessoas de terra reagem silenciosa e lentamente. Elas empenham-se com "endurance". Emocionalmente elas são fortemente enraizadas e lentas na mudança.

Signos de Terra: Touro, Virgem, Capricórnio

Você poderá gostar de Magia no dia a dia

Fogo



As pessoas com uma ênfase forte do elemento de fogo são espontâneas e impulsivas e usam as suas energias com todo o entusiasmo. A sua resposta emocional é rápida e têm uma imaginação muito viva.

Signos de Fogo: Áries, Leão e Sagitário

Você poderá gostar de
Magia no dia a dia

Eros e Psiquê


Um rei tinha três belas filhas e Psiquê, a mais jovem, era tão linda que seu pai declarou-a Deusa da Beleza, substituindo a antiga detentora, a deusa Afrodite.

Ofendida por tal proposta, Afrodite decidiu provar que Psiquê era uma simples mortal e enviou seu filho Eros para matá-la.


Ao anoitecer Eros chegou ao palácio onde dormia Psiquê, armado com arco e flecha e um poderoso veneno. Aproximou-se dela para administrar o veneno, mas a luz da lua iluminou o rosto da jovem e revelou toda sua beleza. Surpreso, Eros retrocedeu e, sem perceber, uma das flechas que portava rasgou sua pele e causou uma pequena ferida.

Sem saber da gravidade de seu ferimento, Eros continuou contemplando a jovem que dormia e depois saiu, jurando que nunca lhe faria mal algum.

No dia seguinte, Afrodite viu que Psiquê passeava pelo jardim e lastimou que o plano tivesse falhado. A partir de então Afrodite perseguiu e atormentou a jovem a tal ponto que esta abandonou a casa e refugiou-se nas montanhas, com a intenção de suicídio em um precipício que havia ali.

Eros assiste a angústia de Psiquê e sabendo de sua intenção suicida, pede a Zéfiro, o vento do Sul, para carregar a amada até uma ilha distante, quando ela se atirasse no precipício. Ali, Psiquê acorda e se vê diante de um grande palácio com as portas abertas para recebê-la. Ao anoitecer, a Terra se cobriu de negro e Eros foi ao encontro da jovem e declarou seu amor.

Psiquê não conseguia distinguir as formas de seu enamorado, mas aceitou casar-se com ele. Eros pediu que ela não tentasse descobrir seu nome ou ver seu rosto, pois se assim não o fizesse ele teria que partir e nunca regressar.

Um grande desejo de rever suas irmãs arrebatou Psiquê. Ao encontrá-las, contou toda sua história e o encontro com o amado. Invejosas da beleza de Psiquê, as irmãs a convenceram de que o jovem seria um monstro, tão terrível que não queria ser visto, e que se não tivesse cuidado a devoraria. Então a aconselharam a levar uma lamparina e uma adaga, para poder vê-lo e, se fosse um monstro, matá-lo.

Deixando Psiquê, as irmãs retornam para casa e recordam a história que ouviram. Na esperança de encontrar um amado e um palácio iguais, se atiram no precipício e morrem.

Psiquê torna a encontrar Eros na noite seguinte e, quando este adormece, ela acendeu a lamparina e empunha a adaga, aproximando-se do amante. A luz ilumina o rosto e a forma de um belo jovem. Tão emocionada ficou Psiquê que não percebeu quando uma gota de óleo caiu sobre o ombro de Eros que o fez despertar imediatamente.

Eros pegou seu arco e as flechas e olhou uma vez mais para Psiquê, saindo triste pela janela e, em despedida, exclamou que não havia amor sem confiança.

Logo depois, uma tempestade cai sobre o palácio e Psiquê sai assustada, e perde os sentidos. Quando desperta, o sol havia saído, e o palácio e os jardins tinham desaparecido.

Chorando de arrependimento, Psiquê seguiu esperando o regresso de Eros. Ele não voltou e Psiquê decidiu novamente pelo suicídio. Nesse momento, encontra-se com Pan e Ceres e conta sua história. Ceres tinha visto Afrodite curando a ferida no ombro de Eros. Aconselhou Psiquê que fosse encontrar a Deusa da Beleza e que se colocasse a seu serviço, realizando todas as tarefas que ordenasse para tentar uma reconciliação.

Psiquê seguiu o conselho e trabalhou arduamente para Afrodite que lhe testava continuamente a força e a fidelidade. Como última grande tarefa, Afrodite ordenou que Psiquê fosse ao Hades buscar uma caixa que continha uma poção de beleza, cuja receita era conhecida apenas por Perséfone.

Ao regressar do Hades, Psiquê estava tão cansada, triste e insone que decide abrir a caixa para usufruir um pouco da poção que trazia. Mas ao abrir a caixa, liberou um espírito do Sono que envolveu Psiquê e a deixou prostrada no solo. Eros viu o que aconteceu e forçou o espírito a voltar à sua prisão e despertou Psiquê com um beijo de amor.

Eros apresentou Psiquê aos deuses do Olimpo e à Afrodite, que deixando de lado a inveja do passado, abençoou a união dos dois.


Você poderá gostar de Magia no dia a dia

Paramahansa Yogananda



Do not take life's experiences too seriously.

Above all, do not let them hurt you,
for in reality they are nothing but dream experiences . . .
If circumstances are bad
and you have to bear them,
do not make them part of yourself.
play your part in life,
but never forget that it is only a role.

Você poderá gostar de Magia no dia a dia

Trabalhando com Velas





As velas têm tido um papel predominante em rituais religiosos e místicos ao longo da História. O ato de acender uma vela é extremamente significativo. Em casa, elas podem ser um ótimo instrumento de ajuda para a realização de um desejo ou necessidade. Se associarmos cores, aromas e o momento certo seu poder é ainda maior. Abaixo, estão listadas algumas propriedades, finalidades e associações. Experimente usar as velas juntamente com o incenso. Conjugue poderes e faça a sua parte.


Você vai precisar de:

vela na cor ou cores desejadas
local seguro para deixá-la queimar
fósforos

Obs: Antes de acender a vela, segure-a entre as mãos e magnetize-a com seus desejos/necessidades. Se você tiver um óleo com a essência adequada poderá esfegar as mãos com um pouco do óleo antes de começar a magnetizar a vela.
Evite misturar assuntos no mesmo ritual, melhor fazer uma coisa de cada vez para não dispresar a intenção.



As Cores Das Velas:

Vermelha - dinamismo, sexualidade, paixão, vitalidade, energia e ainda para o tratamento da depressão, da gripe e da fraqueza. Deve ser usada em casos de emergência;

Laranja - sensibilidade, sucesso, vitalidade, energia, força, trata as vias respiratórias e a garganta;

Amarela - mente alerta, alegria, coragem, juventude, criatividade, ajuda nos aspectos profissionais e materiais, aguça a inteligência, simboliza a troca, as mudanças, a justiça e a sabedoria. Tratamento do fígado e da pele;

Verde - fertilidade, bondade, equilíbrio, repouso, tranqüilidade, abundância. Trata o sistema nervoso e a saúde física;

Azul - devoção, esperança, verdade, inspiração, calma, fidelidade, limpeza espiritual, força, fé. Atua também sobre os negócios e o trabalho. Trata da agitação e da insônia;

Violeta - induz à meditação, introspecção, melancolia, relaxamento, transformando o negativo em positivo. Trata a depressão, as grandes perdas e induz ao sono profundo e ajuda ainda a alcançar a liberdade interior e a espiritualidade;

Rosa - fortifica o amor, o afeto, o carinho, a espiritualidade, a esperança, os pensamentos elevados, esclarece questões de religiosidade, e é considerada a cor mais perfeita, devendo ser utilizada sempre que necessitar de emanar bons fluídos para alguém;

Branca - pureza, espiritualidade, sinceridade, simplicidade, proteção e limpeza da aura. Afasta o mal e tudo o que é contrário atraindo a paz e o equilíbrio;

Negra - Atrai as energias negativas do local, queimando-as. Auxilia também a fazer desaparecer as vibrações emanadas por um desgosto profundo. No entanto, logo após o período da queima de uma vela negra, deve-se acender imediatamente uma vela branca.


Os Dias Da Semana:

Domingo - dia do Sol - Arcanjo Miguel - Favorável ao sucesso profissional, financeiro e ao reconhecimento do seu trabalho.

Segunda-feira - dia da Lua - Arcanjo Gabriel - Favorável ao desenvolvimento da intuição, ao relacionamento familiar, aos problemas femininos, ao sucesso e proteção em viagens e mudanças definitivas.
Terça-feira - dia de Marte - Arcanjo Samael - Favorável a tudo que exige coragem, às grandes realizações, à comunicação e à proteção em momentos perigosos.

Quarta-feira - dia de Mercúrio - Arcanjo Rafael - Favorável à rapidez mental, ao estímulo da inteligência, ao raciocínio rápido, às vendas ou assinatura de papéis.

Quinta-feira - dia de Júpiter - Arcanjo Sequiel - Favorável às finanças, formação de sociedades, assuntos filosóficos, aquisição de bens, viagens, solicitação de favores à autoridades religiosas ou governamentais.

Sexta-feira - dia de Vênus - Arcanjo Anael - Favorável ao amor, às artes, aos problemas do lar, ao magnetismo pessoal e às relações diplomáticas.

Sábado - dia de Saturno - Arcanjo Cassiel - Favorável às orações para obter saúde, combater a má sorte, pedir proteção, para os estudos, e consciência das responsabilidades.

Você poderá gostar de Magia no dia a dia